Posts

O crescimento das marcas asiáticas no mercado AIDC

Quando pensamos em potência tecnológica logo vem à mente os países asiáticos. Esses países possuem grande investimento e importância do mercado de tecnologia mundial. Nos últimos anos, as empresas asiáticas começaram a investir com veemência no mercado brasileiro de AIDC.

A Prime Interway, uma das maiores distribuidoras de dispositivos tecnológicos do Brasil, possui em seu portfólio diversos dispositivos de marcas asiáticas. A empresa tem apostado ativamente no mercado asiático, por isso, abriu sua divisão Ásia para trazer as inovações do mercado oriental. Maurício Cervenka, Head of Procurement – Ásia, do Grupo Ártico, conta como iniciou a divisão dentro da Prime.

“Esta talvez tenha sido uma das grandes decisões da Prime nos últimos anos. Já tínhamos relacionamento com a Bluebird (Sul Coreana) há muitos anos, porém nunca tínhamos dedicado uma divisão toda dentro da empresa para investir tempo e dinheiro na busca por novas tecnologias. No quesito tecnologia, a Coreia do Sul e principalmente a China despontam no cenário de inovação mundial e é impossível falar de futuro da tecnologia sem olhar diretamente para o que está acontecendo nestes países.” 

Apesar de recente, a divisão Ásia dentro da empresa mostra que possui potencial enorme, “Desde 2019 o crescimento da divisão Ásia tem sido exponencial, e a maior certeza que temos hoje é de que estamos no caminho certo”, comentou.

A nova mentalidade na produção asiática

Embora a grande popularidade, os produtos asiáticos ainda possuem resistência de alguns consumidores. A resistência dos clientes é por uma falsa ideia que os dispositivos asiáticos possuem baixa qualidade, porém os mercados orientais estão promovendo uma mudança de postura dentro das empresas, com diz Maurício, “Assim como os japoneses há décadas mudaram o conceito de produto de baixa qualidade para altíssima qualidade, os coreanos também o fizeram em um passado não tão distante, e o player da vez é a China. A grande diferença é que a capacidade produtiva da China é algo nunca visto antes, e a agressividade em custos torna este país, principalmente para o mercado de tecnologia, uma das maiores potências fabris da atualidade”, analisou.

O grande passo da Chainway evidencia o crescimento asiático

O crescimento das marcas asiáticas dentro do mercado é nítido, o exemplo disso foi a escolha da inserção do coletor de dados da Chainway, C66, nas operações da Copa do Mundo do Qatar 2022.

C66 vai fazer parte das operações da Copa do Qatar

“O case da Copa do Mundo por si só, gera um grande impacto. Estes cases em eventos mundiais são importantes para serem citados e para mostrar o grau de adoção da marca em um “cliente” de muita importância. Como os coletores de dados provavelmente serão utilizados em operações não tão aparentes ao público, o sucesso do caso depende muito de como a Chainway conseguirá divulgar o que está sendo feito com seu produto. Ter o produto na copa ajuda a mostrar para o mercado que a marca é forte, e que veio para ficar.”

Para Maurício, o case é importante, porém o feedback dos clientes também é muito forte para disseminar a qualidade do produto asiático, “O que realmente faz a diferença é o grande volume de clientes satisfeitos que nós temos ajudado a trazer dentro do mercado nacional. Em minha opinião, nada é mais forte que o depoimento positivo de um parceiro ou concorrente local”, comentou.

O custo-benefício como vantagem competitiva

Os dispositivos das marcas asiáticas possuem um melhor custo frente aos seus concorrentes. Esse ponto se tornou uma vantagem competitiva do mercado asiático no Brasil, “Não há empresa atualmente que não coloque como fator decisivo o custo na hora de fechar um novo contrato de fornecimento. As marcas asiáticas trazem sim o apelo de melhor custo e qualidade de ponta, e isso influencia muito na hora da compra”.

Por conta do seu custo-benefício, além de grandes empresas, dispositivos de marcas asiáticas são bem presentes nas operações das pequenas e médias empresas que querem ter inovações em sua operação, “Abrir um pequeno negócio sem levar em conta a tecnologia utilizada é dar o primeiro passo em direção ao abismo, e no cenário de inclusão tecnológica podemos dar a certeza de que o melhor custo-benefício virá de hardwares asiáticos com softwares inovadores. Logicamente que o pequeno empresário deve focar no produto/serviço que irá oferecer, porém ter sua empresa atualizada tecnologicamente, com hardware e software de ponta é primordial para se manter competitiva no mercado”, comentou.

O Brasil é o alvo dos investimentos das marcas asiáticas 

O relacionamento comercial entre Brasil e Ásia se estreitou nos últimos anos. No ano passado, 35% dos produtos importados no Brasil vieram da Ásia, de acordo com levantamento da Folha de São Paulo. Além disso, o Brasil é parceiro comercial, de longa data, da China. Em 2020, o Brasil recebeu cerca de 47% dos investimentos da China na América do Sul.

As empresas asiáticas consideram o Brasil como novo mercado a ser explorado, apesar de toda dificuldade de língua e logística. As empresas querem investir no país por conta do seu potencial mercadológico.

“É bem comum ver novos possíveis parceiros asiáticos colocando em suas apresentações uma representatividade na Europa, Oceania, África e Estados Unidos. Também é comum ver pouca ou nenhuma representatividade em Latam, principalmente na América do Sul. Neste cenário, o Brasil talvez devido ao tamanho geográfico, população, PIB e vários outros fatores econômicos, é o país que mais se destaca atualmente nos planos de expansão dos fabricantes asiáticos. Os investimentos em nosso país têm se intensificado muito e eles encaram o Brasil como a “bola da vez”, mas é muito importante saber separar o bom fornecedor do mau.”

Mas vale ser ressaltado a importância do parceiro ou fornecedor que dispõem do produto aqui no Brasil, por isso, Maurício atenta ao fato do pós-venda ser importante para o cliente final,É importante ressaltar também que, em sua maioria, os fornecedores asiáticos te entregam o melhor custo, porém todo o pós-venda e suporte ficará de responsabilidade do parceiro local. É neste cenário que a Prime vem se destacando cada vez mais, pois conseguimos trazer o melhor produto, no melhor custo e oferecer um suporte pós-venda de primeiríssima linha, com políticas comerciais que vão de encontro com as melhores práticas do mercado brasileiro”.

A aposta no autoatendimento em solo brasileiro

A Prime Interway, junto com sua divisão Ásia, trouxe para o Brasil o TAS. O terminal de autosserviços traz a inovação para o autoatendimento. O modo de atender já é realidade na Ásia e vem se tornando cada vez mais realidade no Brasil.

O TAS é um projeto novo e que nasceu já em alta velocidade. O pouco tempo de trabalho neste projeto tem gerado reações muito positivas nos clientes que nos recebem. O autoatendimento já é uma realidade no Brasil e o TAS oferece a solução mais completa e competitiva do mercado.”

A solução permite negócios baseados 100% no autoatendimento construindo uma experiência diferenciada ao cliente. Esse novo modo de comércio ajuda aos novos empreendedores a terem um negócio mais rentável, “Não acredito que este é o único modelo que vai existir no futuro, porém se um pequeno empresário está prestes a montar o seu negócio no modelo 100% tradicional, sem nenhum grau inovador de tecnologia, as chances de sucesso estarão muito mais limitadas. O investimento na tecnologia pode ajudar a ser competitivo e ter mais rentabilidade”.

O futuro para as marcas asiáticas dentro do mercado AIDC é promissor e no Brasil não é diferente, assim comenta Maurício, “Nosso foco tem sido criar a melhor rede de relacionamentos com empresas inovadoras e com tecnologia de ponta na Ásia. Seremos os precursores de muita tecnologia disruptiva para o B2B no Brasil. Não posso abrir muita informação, porém adianto que um dos grandes focos é o Varejo e o alto grau de inovação tecnológica que ele precisará nos próximos anos. Queremos nossos parceiros de negócio cada vez mais próximos e asseguro que teremos cada vez mais produtos e novidades para oferecer”.

Prime Interway é distribuidora das marcas asiáticas de AIDC

A Prime Interway é distribuidora no Brasil das marcas Bluebird, Chainway, Generalscan, Milestone, Posbank, Postek, Sonim e Sewoo. Dentro do portfólio incluem dispositivos AIDC, tablets industriais, verificador de preços, dispositivos para RFID e totens de autoatendimento.

Para você, revendedor, que tem interesse em saber mais sobre as nossas marcas basta se inscrever aqui para receber uma apresentação do nosso portfólio asiático. Visite também nosso site e conheça todos os dispositivos disponíveis.