Dispositivos Zebra para a automação agrícola

A tecnologia na agricultura começa a ganhar terreno no Brasil. Conhecida como agricultura 4.0, ela propõe inovações para toda cadeia que está presente no agronegócio. A fusão da tecnologia nas atividades agropecuárias levou para outro estágio a agricultura no país.

Atualmente, os agricultores se apoiam em soluções tecnológicas para melhorar sua gestão da colheita. A rastreabilidade, tão importante para os consumidores, se tornou mais fácil com o crescimento da tecnologia no ramo. 

Além da rastreabilidade, a forma de validar o controle de qualidade, monitorar a plantação e o setor de pecuária foram potencializados com as inovações tecnológicas. Por isso, nesse conteúdo vamos te apresentar as inovações que estão mudando o cotidiano da agricultura.

Tecnologias na plantação

As tecnologias impactam diretamente o setor de plantação da agricultura. Agora é mais fácil rastrear todas as etapas que o produto passou dentro da fazenda. Antes os agricultores sofriam para conseguir atestar a rastreabilidade de seus produtos, mas atualmente, a tecnologia permitiu o fácil controle de todas as fases da colheita.

Assim dentro da plantação é possível ter fácil acesso a localização e identificação do plantio. A transmissão de dados da lavoura para o agricultor também se tornou menos complexa, já que os sistemas e os dispositivos fazem a automação de envio de informações. 

Tudo isso resulta na rastreabilidade do produto de ponta a ponta. A rastreabilidade se tornou ponto chave de debate sobre a confiança do consumidor nos processos alimentícios. No estudo sobre a segurança na cadeia de abastecimento de alimentos da Zebra, mostra que atualmente, 79% dos consumidores querem ter mais informações sobre a origem dos produtos. 

Como a rastreabilidade se tornou exigência do consumidor, seja ele final ou food service, a agricultura precisa entregar essa necessidade e colocar valor de mercado nisso. A melhor forma de desenvolver e entregar essa jornada da colheita são tecnologias de identificação. 

O RFID e códigos de barras são essenciais para identificar e rastrear todas as etapas da agricultura. O RFID está ganhando cada vez mais força em todo o mundo. Na agricultura a tecnologia permite monitoramento em tempo real de diversas partes do plantio. Além disso, é possível identificar os grãos na caixa de crescimento. E localizar e identificar setores da lavoura através das TAGs de identificação. 

Com RFID, o agricultor consegue ter acesso às informações sobre a saúde do plantio, localização das lavouras, entre outros fatores. Além disso, com a solução é possível identificar os grãos desde o seu plantio até a sua colheita, construindo uma rastreabilidade forte.  

Na questão de custos, a implementação do RFID pode resultar em diminuição de custos no monitoramento da plantação. Já que os dados gerados são enviados para o sistema, diminuindo diversas etapas que estão presentes no cotidiano do produtor.

Se o produtor faz parte do ramo agropecuário, ele também pode utilizar a tecnologia para cuidar do gado. Já falamos do que o RFID é capaz de fazer e, no cuidado com gado, o produtor consegue ter as informações sobre localização, alimentação e saúde do animal, coletadas de forma ágil pelo agricultor. A identificação também permite criar a rastreabilidade dos animais desde sua origem. 

Além do RFID, a telemetria também é um ponto importante dentro das fazendas. Ao modo que os dispositivos de IoT são integrados na agricultura é necessário colocá-los em posições estratégicas nas plantações.  

Tecnologia no armazenamento 

Após a colheita, organizar os produtos no armazém é vital. Nesse estágio a tecnologia de identificação permite uma melhor forma de controlar os produtos. Seja por TAG de RFID ou por códigos de barras, o agricultor consegue identificar os lotes de produtos e logo ter maior controle da validade dos alimentos. Pela rastreabilidade, o produtor pode codificar os lotes dos produtos e reduzir a perda por validade em sua operação. 

Homem com um coletor de dados Zebra na câmara fria

A agricultura necessita de coletores e outros dispositivos para entregar mais produtividade e rastreablidade

Além disso, o agricultor precisa se atentar em monitorar a umidade e a temperatura do seu estoque. Por trabalhar com alimentos perecíveis e sensíveis, automatizar o controle de temperatura do estoque é fundamental. Por isso, a adição de sensores no seu estoque consegue eliminar o monitoramento manual de temperatura e controlar remotamente o clima dentro do armazém.

Dispositivos Zebra para tecnologia na agricultura

Abordamos a importância do RFID na potencialização das atividades agropecuárias e a Zebra possui um portfólio extenso com todos os dispositivos e insumos da tecnologia. Para produzir uma operação baseada no RFID, o agricultor precisa de impressora térmica, leitor de RFID, coletor de dados e os insumos da impressora. 

Vamos te apresentar alguns dispositivos que podem ajudar a sua jornada no campo. Os coletores de dados têm o papel de ler as informações dentro das etapas, seja na plantação ou no armazém. 

A Zebra indica o TC26 para o trabalho agrícola. Por ter conectividade por Wi-Fi e por redes móveis, o coletor consegue se comunicar com o sistema mesmo em campo aberto.

A junção do TC26 com o leitor de RFID, RFD40, faz com que o coletor consiga ler as informações da TAG de RFID. O RFID é muito importante para que o agricultor consiga acompanhar sua lavoura em tempo real e identificar facilmente os ativos dentro da colheita. 

Além de ter leitor de RFID móvel, o leitor fixo é importante para o monitoramento do cultivo. Ele se torna um centro de informações da operação, permitindo a troca de informações instantânea com o sistema utilizado. 

Para imprimir suas etiquetas de RFID, o agricultor precisa de uma impressora térmica. Ela permite a impressão de diversos modelos de etiquetas e de materiais diferentes.  A Zebra possui diversos modelos de impressoras, seja industrial ou portátil. 

Para agilizar a identificação na plantação, a impressora portátil, ZQ630. Ela consegue entregar impressões rápidas de TAGs de RFID. Para impressora de mesa, o modelo RFID da ZT421 é ideal para identificação de produtos e nichos em seu estoque. 

Além desses dispositivos, a Zebra conta com leitores de códigos de barras. Possui o modelo portátil de leitores de códigos de barras, DS3600, que permite a leitura de códigos dentro da plantação sem a necessidade de cabos. 

A Zebra também oferece mais uma tecnologia na agricultura. Os sensores eletrônicos de temperatura são essenciais para monitorar produtos que sejam delicados ou necessitam de conversação em ambiente controlado. 

Prime Interway é distribuidora Zebra no Brasil

A Prime Interway é distribuidora dos dispositivos da Zebra no Brasil. Se você se interessou em algum dispositivo para seu negócio, basta pedir para sua revenda entrar em contato conosco. Caso você não tenha uma revenda, nós podemos te ajudar a encontrar a melhor para sua empresa.

Como descomplicar o inventário de estoque para o final de ano

A chegada do fim de ano é o momento em que as empresas contabilizam seus estoques para datas especiais e encerramento do ano fiscal. A junção dessas duas datas faz com que o inventário de estoque se torne uma urgência.

Aferir o estoque para o Natal ajuda a empresa entender como pode suprir a demanda dos seus clientes e evitar a ruptura de venda por falta de estoque.

A conferência anual é uma das diversas formas das empresas fazerem suas medições de estoque.

Se o inventário ajuda muito as empresas que fazem, ele pode ser uma dor de cabeça caso seja feito de forma manual. Muitas empresas ainda utilizam planilhas na hora da contagem do seu estoque, tendo alta probabilidade de ocorrer erros e retrabalhos.

Além dos retrabalhos, as empresas acabam gastando mais dinheiro com a aferição manual. Porque a forma manual demanda horas e até dias para se concretizar, fazendo com que a companhia tenha gastos com horas extras.

Muitas empresas recorrem às empresas terceirizadas, porque não possuem estrutura própria para fazer esse tipo de serviço. Assim, gerando mais gastos para fazer algo que pode ser feito de forma simples e rápida.

Por que fazer o inventário do estoque?

Fazer o inventário do estoque é a melhor forma da empresa conseguir visualizar como estão suas vendas e armazenamento. A contagem dos produtos permite que as empresas tracem planos de compras e estratégias de vendas voltadas para diferentes cenários.

Ele impacta diretamente na produtividade dos colaboradores e afasta a ruptura de vendas nas empresas. Listar e organizar o estoque torna o armazenamento mais coeso e fácil para visualização.

Durante o processo de contagem, a empresa consegue organizar os produtos por setores  e quantificar as presenças deles. Dessa forma, o processo de busca e reposição se torna mais ágil, e a visualização de reposição de estoque também. Assim, a empresa evita a ruptura de gôndolas ou nos e-commerce.

Benefícios de fazer periodicamente e anualmente

O inventário periódico é muito utilizado por empresas que não possuem um giro alto de movimentações no estoque. No modo periódico, os intervalos da aferição do estoque são regulares e determinados por janelas de tempo.

Dessa forma, a empresa consegue medir como são os desempenhos dos produtos e criar métodos de compras e vendas para cada tipo de produto. O inventário periódico facilita a preparação das empresas para datas especiais durante o ano. Já que a corporação consegue marcar a contagem antes desses momentos.

Como já nos aproximamos do final do ano, geralmente as empresas começam a fazer sua contabilidade de estoque para se preparar para o Natal. Após a data, é a vez do inventário anual entrar em pauta.

Fazendo essa medição, a empresa consegue ter visibilidade para investir em produtos e priorizar esses pontos para o próximo ano fiscal.

A importância do coletor de dados na operação

A forma manual de fazer inventários já se tornou ultrapassada nas operações. Manualmente a reincidência de erros e baixa produtividade faz com que a contagem do estoque seja completamente lenta e difícil.

Mas isso pode ser mudado com a tecnologia. Muitas empresas abandonaram as planilhas e o cálculo manual para utilizar o coletor de dados. O dispositivo fornece mais agilidade e acuracidade na contagem do estoque.

A Zebra visando essa dor da operação, possui alguns modelos de coletores de dados que podem agregar na operação. O MC33 promove a aferição de forma rápida, o modelo conta com sistema operacional Android, design robusto e com teclado fisico. 

O MC33 entrega robustez na hora de fazer o inventário

O MC33 entrega robustez na hora de fazer o inventário

Já o TC21 é um modelo touchscreen da Zebra. O TC21 é prático nas operações e fornece agilidade em seu uso. O modelo também conta com Android 11 e pode ser atualizado até o 14. O TC21 tem opcional de gatilho que facilita a aferição dos produtos na hora do inventário. 

O TC21 torna a contagem de estoque mais intuitiva e ágil

O TC21 torna a contagem de estoque mais intuitiva e ágil

Para pequenas e médias empresas que querem aferir seus inventários, a Zebra também possui uma linha de entrada para esses negócios. O MC22 entrega qualidade e produtividade na coleta de dados.

O MC22 combinado com o gatilho entrega mais praticidade

O MC22 combinado com o gatilho entrega mais praticidade

O modelo possui teclado alfanumérico, Android 11 com possibilidade de atualização até 14.  O MC22 também possui opcional de gatilho, que acoplado ao dispositivo fornece mais agilidade na utilização. 

Existem algumas formas de utilizar o coletor de dados dentro da operação do inventário de estoque. A empresa pode interligar o coletor de dados ao sistema de WMS para indicar as quantidades de produtos que estão no estoque. Ou também criar listas dentro do coletor e depois enviar para uma central de dados.

RFID como solução prática

O RFID também é uma tecnologia que chegou para agregar no inventário de estoque. Aplicando o RFID no setor de armazenamento, a contagem dos produtos se torna simples e fácil.

Por não precisar da visualização de códigos, o leitor de RFID permite que a contagem seja feita sem a necessidade de leitura próxima ao código. Desse jeito, o leitor capta simultaneamente todas as etiquetas que estão presentes no ambiente.

A Zebra possui uma linha especial de RFID, a marca conta coletores nativos de RFID, esse é o caso do MC3390xR com antena direcional de longo alcance e o MC3330xR com antena omnidirecional. O coletor conta com a tecnologia RFID de fábrica, e tem capacidade de ler mais de 900 etiquetas por segundo.

O MC3390xR e MC3330xR tem sistema Android, processador Qualcomm 1.8 Ghz, memória RAM de 4gb e capacidade de leitura de códigos 2D. As empresas também podem unir coletores aos leitores móveis de RFID, por exemplo, o TC21 integrado ao leitor RFD40 se torna um coletor de dados com RFID.

Além do leitor móvel, a utilização do leitor fixo de RFID permite um novo modo de aferir o estoque. A utilização dele, consegue captar todas as etiquetas presentes dentro do estoque e suas movimentações. Assim, eliminando a presença de um colaborador para fazer a contagem.

No inventário rotativo a utilização do leitor fixo de RFID é primordial porque ele consegue colher informações apenas com sua presença dentro do estoque. E assim fornecer diretamente ao sistema de verificação, sem a necessidade de um colaborador para fazer a leitura.

A Zebra possui os leitores fixos FX7500 e FX9600 que entregam toda praticidade da leitura remota e monitoramento do inventário. 

Locar ou comprar para fazer inventário?

A empresa que já possui coletores de dados em sua operação pode utilizar os dispositivos para fazer seu inventário. Mas, caso ela não possua, uma das saídas é a aquisição ou a locação do coletor de dados.

Nós da Prime Interway trabalhamos com os maiores fabricantes do mercado de AIDC. Temos toda linha de produtos e insumos de RFID e coletores de dados. Se você possui interesse em ter um inventário de estoque mais coeso, entre em contato conosco que podemos te indicar uma revenda autorizada pela Prime.

E você que é uma revenda e quer oferecer soluções de inventário aos seus clientes, basta preencher o formulário que iremos entrar em contato o quanto antes.

Perguntas Frequentes (FAQ)

Quais são os tipos de inventário de estoque?
Os principais tipos de inventários de estoque são: cíclico, anual, rotativo, dinâmico e geral. Cada um possui sua particularidade e podem se complementar dentro das empresas.

O cíclico funciona para atestar as conferências já feitas pela empresa. Enquanto o anual são inventários feitos anualmente, seja no começo ou no fim de ano. Já o rotativo é similar ao periódico, são feitos por intervalos de tempo determinados pela gestão de estoque. O dinâmico cobre apenas setores determinados dentro do armazém. E por último, o geral abrange toda a empresa.

Quando fazer o inventário de estoque da minha empresa?
Como existem alguns tipos de aferições, cada um pode agregar a um tipo de operação.  Geralmente, as empresas contam seus estoques pelo menos uma vez ao ano, mas o intervalo entre as aferições se torna muito longo.

Porém se recomenda uma conferência em intervalos menores para que a empresa consiga efetuar um gerenciamento mais produtivo da sua produção. 

Como medir a acuracidade da aferição?
Medir a acuracidade do inventário é muito importante para a entidade se certificar que o estoque está correto. Após emitir o relatório, a empresa pode verificar e comparar os resultados dados pela contabilidade e que estão nos sistemas.

Para medir a acurácia é preciso fazer o cálculo: Resultado dos itens medidos pelo inventário/quantidade de itens que consta no sistema x 100. Após aferir o resultado, a companhia consegue medir a acuracidade. A média ideal de precisão fica na casa de 95%.

Quais são os erros mais comuns na hora do inventário?
Como já apresentamos o maior erro na hora do inventário é não utilizar a tecnologia. Mas além disso, existem alguns erros que podem ser feitos durante o processo. Um dos principais erros é não detalhar a contagem. A contagem precisa ser feita categorizada e com detalhes sobre tamanhos, cores, validade, entre outros pontos.

Depois de fazer a contagem do estoque, a gestão do estoque é muito importante, por isso toda entrada e saída precisa ser registrada no sistema. Se isso não acontecer, haverá incompatibilidade entre os itens que estão no estoque e no sistema.

Como a tecnologia 5G poderá transformar o mercado de automação

Após a confirmação da chegada da quinta geração da internet móvel no Brasil, o mercado começa a pensar como o 5G e a internet das coisas irão progredir no futuro aqui no país. O 5G se tornou objeto de desejo do mundo, e após diversas tratativas, a tecnologia deve desembarcar no Brasil a partir do meio do ano de 2022. 

A chegada da tecnologia no país deve ser diferente da disponibilidade da utilização. Para estudiosos da área, a implementação da tecnologia não é tão simples assim. Eles avaliam que toda a infraestrutura e execução será notada depois de dois anos aqui no Brasil.

O motivo disso é que a nova rede necessita de mais antenas para ter a qualidade de sinal. As antenas de 5G têm menor alcance que a do 4G, então a infraestrutura de antenas será maior para manter a estabilidade e qualidade de sinal. 

A princípio, a operação da tecnologia deve ser restrita por áreas mais desenvolvidas dentro das cidades. A Anatel possui um cronograma das instalações de antenas de 5G nas cidades. 

Primeiramente, o plano é criar os pontos de antenas em capitais com mais de 100 mil habitantes, e gradualmente ir instalando em cidades menores. A estimativa da Anatel é que a implementação seja concluída apenas em 2029.

5G X 4G

As diferenças entre o 5G e o 4G passam pela latência e velocidade das trocas de dados. A chegada da quinta geração da internet móvel deve promover evoluções em diversos campos online.

Um dos pontos que devem mais chamar a atenção dos usuários é a diferença de velocidade entre as duas gerações. Estudos apontam que o 5G chega a ser 20 vezes mais rápido que o 4G.

Essa velocidade na troca de informações permite downloads mais rápidos e troca de dados com média 5 Gbps, Enquanto a quarta geração dos dados móveis faz as transferências de dados no máximo 300 Mbps.

Isso significa que o 5G trabalha com gigabits, em contrapartida o 4G trabalha em uma linha inferior de transferência de dados que é a megabits. 

Em questão de latência, a nova rede móvel também é superior, o tempo de resposta dela é de 1 a 5 milissegundos. Enquanto a anterior possui tempo médio de 50 a 70 milissegundos.

Isso vai refletir no delay nas trocas de dados e transmissões. O motivo disso é que a latência da rede é bem menor que a antiga. Então ligações, streamings, troca de mensagens e até jogar online será mais ágil para os consumidores.

O impacto do 5G nos mercados

A chegada do 5G deve impactar todos os mercados que utilizam tecnologia. Especialistas acreditam que a consolidação da tecnologia em nosso cotidiano irá mudar o patamar das automações. O motivo disso, é a menor latência e a velocidade que o 5G possui.

Operações autônomas, teleatendimento e internet das coisas devem se perpetuar junto com o crescimento da nova internet móvel. Veja a seguir como o 5G pode impactar cada setor no mercado.

Logística

O 5G deve transformar a logística em amplo campo de atuação, principalmente na comunicação e nas informações de rotas. 

A utilização do 4G não permite uma troca de informações de forma coesa e rápida quando as mercadorias estão em transporte. Isso torna diversas partes da logísticas pontos cegos para os administradores. 

Com a chegada da nova internet móvel, a visualização e monitoramento das cargas serão bem melhores, pois a velocidade na transmissão de informações será em tempo real.

Isso irá transformar as formas de comunicação, monitoramento e visualização de rotas para os motoristas. Enquanto isso, as empresas vão conseguir observar toda a cadeia logística, tornando as operações mais seguras para todos.

Esse aperfeiçoamento do sinal da rede permite que áreas, como aeroportos e portos, consigam interligar setores através da rede móvel. A presença do 5G nessas operações deve se refletir no monitoramento do trânsito de bagagens, tornando o processo de despacho de malas autônomo.

A nova tecnologia também deve simplificar o processo de identificação nessa área. A conexão estável vai permitir o uso do coletor de dados na identificação dos passageiros e contêineres.

Serviços de campo

Semelhante ao trabalho na logística, o 5G deve impactar diretamente o trabalho em campo. A velocidade e a baixa latência devem permitir uma conexão melhor para os trabalhadores que atuam na rua.

A comunicação com os centros de contingências, chamados próximos e urgentes, se tornam mais rápidos. Isso deve permitir uma distribuição melhor de trabalho e feedback de operações.

Mobilidade hospitalar

O ramo da saúde pode expandir seu horizonte com a chegada da quinta geração de dados móveis. A mobilidade hospitalar deve expandir sua atuação externa dos hospitais

Um exemplo disso é a comunicação mais rica entre ambulância e hospital. Será possível enviar dados dos primeiros diagnósticos do paciente diretamente da ambulância para o hospital. Assim, ajudando a equipe que está no hospital estar preparada para aquele paciente.

A chegada da nova tecnologia irá potencializar o monitoramento remoto dos pacientes. Assim, os médicos conseguirão ter a visualização dos seus pacientes em tempo real e monitorá-los de forma assertiva.

E por fim, a utilização do 5G deve agilizar os resultados e envios de exames. Atualmente, os hospitais demoram horas para o envio de documentos, por conta da sua rede, mas com a nova rede o tráfego pode ser distribuído de forma mais coesa e assim facilitar os envios.

Indústria e Manufatura

Na indústria e manufatura, a evolução da rede móvel promete levar a automação e o monitoramento para outro estágio de evolução.

Esse monitoramento de produtividade pode ser atrelado às manutenções das empresas. Ao mínimo sinal de ineficiência dos dispositivos, o técnico pode identificar e fazer a assistência do equipamento.

Além disso, a conexão aprimorada também pode diminuir a utilização de cabos nos braços robóticos e equipamentos autônomos.

Estoques e armazéns

No estoque, a nova era da internet móvel deve impactar em centros de distribuição maiores ou que desejam automatizar suas movimentações.

A utilização das redes móveis é comum em campos abertos, por isso o 5G não deve transformar as operações indoor. Em contrapartida, o Wi-Fi 6 começa despontar como alternativa para esse tipo de atividade.

Nessas operações em campo fechado, o 5G pode se aliado à conexão Wi-Fi. Em CD de grandes proporções, a empresa pode criar uma rede particular de 5G para sanar qualquer ponto cego de conexão.

Além disso, essa conexão deve simplificar a utilização dos veículos autônomos dentro dos estoques. Já que a troca de informações é instantânea, a mensagem para os veículos pode acontecer rapidamente, caso houver um empecilho em sua rota. 

5G nos dispositivos AIDC

Ainda não existe estimativa de dispositivos de AIDC e IoT que tenham capacidade de interagir com o 5G. No Brasil, além da implantação da tecnologia estar em um futuro distante, os dispositivos também devem demorar para desembarcar no país.

Inovações com a Prime Interway

A Prime Interway está sempre em busca de inovações no mercado de AIDC, e com a chegada do 5G não será diferente. Enquanto o 5G não chega ao Brasil, aproveite para ver nossa loja virtual com os dispositivos mais atualizados do mercado.

3 tecnologias para reduzir filas em sua loja

As soluções de papa-filas chegaram para diminuir a espera dentro das lojas. Com essa estratégia é possível otimizar o checkout das compras de forma ágil e prática. Além do papa-filas, existem outras soluções tecnológicas para reduzir filas em seu estabelecimento.

Com o avanço da vacinação, o comércio presencial está na expectativa de um final de ano movimentado. Porém, uma das marcas registradas desta época são as filas, sendo um dos maiores empecilhos de finalização de venda no comércio, assim diz o estudo do Retail Reimagined.

As soluções de tecnologias vestíveis e móveis são ideais para o gerenciamento de qualquer loja e também podem ser usadas como solução de papa filas e auto compra. Além desses, os terminais de autoatendimento são também uma opção para dar autonomia ao cliente e a tecnologia de RFID para agilizar o checkout.

Continue lendo e entenda como essas tecnologias podem ajudar a reduzir filas da sua loja.

Papa-filas

O papa-filas é uma solução para checkout que visa trazer agilidade no atendimento e melhorar a experiência do cliente, englobando basicamente um coletor de dados e uma impressora térmica portátil.

A operação tecnológica papa-filas traz fluidez ao atendimento da sua loja

A operação tecnológica papa-filas traz fluidez ao atendimento da sua loja

Segundo mostra pesquisa feita pela Zebra sobre os perfis de consumidores em 2020, 73% dos funcionários de lojas acreditam que computadores móveis com scanner melhoram a experiência do cliente, enquanto 58% dos clientes concordam com essa afirmação.

A solução de papa-filas funciona da seguinte forma: o funcionário da loja se aproxima do cliente na fila, escaneia os produtos com coletor de dados e emite através da impressora de recibos o QR Code de pagamento para que o cliente apresente no caixa. Esses passos podem ser aplicados em diversos segmentos como varejo, restaurantes e mercados.

Totem de autoatendimento

O totem de autoatendimento é a solução para diminuir as filas dos caixas convencionais, trazendo autonomia ao seu cliente na conclusão da compra.

O terminal de autoatendimento necessita de um software e conexão com a internet para operar. Os softwares podem oferecer somente opção de leitura e pagamento dos produtos, ou realizar pedidos, retirada de senhas, entre outros. 

A aplicação do autoatendimento se torna a alternativa para distribuir o tráfego dos caixas. Com os terminais em sua loja, o seu cliente tem a autonomia de fazer o checkout e o pagamento das compras.

A pesquisa, feita pela Zebra sobre perfis de consumidores, aponta que 52% dos consumidores globais preferem o autoatendimento na hora do pagamento.

RFID

Outra tecnologia que pode facilitar esse processo de checkout é o RFID. O sistema de radiofrequência ajuda na coleta rápida e precisa de dados, eliminando a necessidade de ler etiquetas uma a uma. 

Veja como funciona. Nos produtos são colocadas TAGs que possuem um sistema energizado e seus dados são transmitidos para o leitor de RFID. O leitor de RFID pode ser fixo, instalado nos caixas da loja ou móveis, que podem tanto ser colocados no balcão ou usados de forma manual pelo funcionário. 

RFID tem a capacidade de ler instantaneamente os dados da TAG

RFID tem a capacidade de ler instantaneamente os dados da TAG

O leitor portátil de RFID pode facilitar no atendimento diretamente da fila. Basta apontar o leitor para a cesta do cliente para receber os dados de produtos que serão comprados.

Na mesma pesquisa feita pela Zebra, ela mostra que 59% dos consumidores possuem uma melhor experiência e os funcionários utilizam tecnologias recentes.

Além de diminuir as filas em seu estabelecimento, os dispositivos móveis auxiliam o atendimento na loja, podendo ser usados por funcionários para consulta de estoque e preços de produtos.

Prime Interway proporciona a tecnologias para reduzir filas em sua loja

A Prime Interway possui um grande portfólio de coletores de dados, impressoras térmicas, tablets e leitores de códigos de barras, além de opções com tecnologia de RFID. Todos os dispositivos agregam inovação, praticidade e agilidade ao seu estabelecimento.

Além dos dispositivos móveis, a Prime possui terminais de autosserviços do TAS. A solução pode agregar no atendimento do estabelecimento com o self-checkout e mídia indoor.

O TAS oferece dois modelos, o totem com tela de 21 polegadas multi touch, sistema android, leitor 1D/2D e impressora acoplada. E o mini TAS com duas telas FULL HD multi touch, impressora térmica acoplada e conexão para periféricos (gavetas e scanners).

Veja todos os produtos que podem transformar o atendimento do seu estabelecimento e contate o nosso time de atendimento.

5 passos para preparar o estoque para a Black Week

Como preparar o estoque para a Black Week é uma dúvida recorrente para varejistas e e-commerces. Saber preparar seu estoque para Black Friday evita que a sua empresa sofra com as reclamações rotineiras dessa época do ano.  

No estoque é onde tudo acontece, sua preparação e organização são fundamentais para a empresa escalar vendas e conseguir gerir com eficiência os pedidos. A falta de organização pode resultar em ruptura de vendas, atrasos nas entregas, duplicidade de pedidos e muitos mais. 

Para evitar toda essa cadeia de erros em sua empresa, trazemos 5 dicas essenciais de como preparar o seu estoque para a Black Friday desse ano. 

A perspectiva para Black Week 2021

A perspectiva que ronda a Black Week deste ano é otimista. Após bater o recorde de pedidos no último ano, a data mais famosa de compras no país parece se estabelecer no gosto popular.

Na última Black Friday, no período da quinta-feira (26) às 23h59 até sexta-feira (27) às 00h00, movimentou cerca de 7,6 milhões de pedidos, apenas o período da madruga movimentou mais de um milhão de pedidos.

Para 2021, o cenário segue animador e o crescimento de vendas em e-commerce e marketplaces são prova disso. Em levantamento feito pela Nuvemshop, baseado em seu banco de dados, apontou que no primeiro semestre de 2021, as PMES (Pequenas e Médias Empresas) aumentaram em cerca de 140% seu faturamento.

A quantidade de produtos vendidos saltou de 9,3 milhões no primeiro semestre do ano passado para 20 milhões neste ano. Neste cenário, é como se 10% da população brasileira tivesse comprado um produto em lojas virtuais neste primeiro semestre.

Além do comércio online, o possível retorno das atividades presenciais deve aquecer o comércio físico para a Black Week deste ano.

Veja 5 passos para preparar o estoque para a Black Week

1 – Se preparar para a demanda

Antes de gerenciar seu estoque é necessário se precaver com seus fornecedores. Seja para matéria prima ou distribuidor de produtos, sua empresa deve fazer um pedido prévio de produtos que possuam alta demanda.

Além de ter produtos que supram a demanda, sua empresa precisa se atentar à contratação de colaboradores temporários. Eles devem suprir a demanda de movimentações dentro do estoque. No último ano, o comércio de fim de ano, com início na Black Week, movimentou cerca de 7.890 vagas por todo Brasil.

2 – Utilizar Big Data

O Big Data ajuda a analisar todos os dados do varejo. Na preparação para a Black Week, os dados são essenciais para ter uma ação produtiva. A solução se baseia no histórico que a empresa possui e traça uma margem de crescimento anual que todo o produto demanda.

Os dados regem seus insights e atividades dentro da gestão do estoque. Com a utilização da solução você consegue encontrar informações sobre produtos mais comprados e tempo de processos dentro da empresa.

A moda e acessórios foi o segmento que mais movimentou pedidos na última Black Week

A moda e acessórios foi o segmento que mais movimentou pedidos na última Black Week

O Big Data consegue calcular a quantidade correta de produtos para que não haja ruptura de vendas. Também é possível analisar mercadorias que estão paradas no estoque. São elas que podem ganhar um maior desconto na Black Friday.

3 – Estruturar o seu estoque  

Após se preparar com fornecedores, estruturar os processos do centro de distribuição é vital para o decorrer de toda operação da empresa. Uma boa estratégia no estoque reflete como efeito dominó ao longo de todas as etapas

Atualmente existem práticas e sistemas que facilitam o gerente de estoque a ter o controle da sua área. O WMS, OMS, TMS e LMS são sistemas utilizados para contribuir com cada etapa que a logística necessita. Além dos sistemas, a ferramenta MDM é essencial para supervisionar as atividades dentro do estoque. 

O WMS, Sistema de Gerenciamento de Armazém, consiste em analisar o estoque visando controlar o inventário e a reposição de produtos.

O OMS, Sistema de Gerenciamento de Pedidos, busca gerenciar os pedidos da loja dentro do estoque.

O TMS, Sistema de Gerenciamento de Transporte, é responsável em gerenciar as entregas e otimizar as rotas do transporte.

Por fim, o LMS, Sistema de Gestão de Aprendizagem. É um mecanismo que serve para unificar todos os outros sistemas citados. Com a utilização desses sistemas proporciona um salto de qualidade em todos os processos operacionais.

Outro sistema que ganha espaço no centro de distribuições é o Cross Docking, ele otimiza o tempo de armazenamento de produtos em seu estoque.  O sistema garante a possibilidade de o produto ficar por menos de 24 horas em seu armazém resultando em entregas mais ágeis.

Além dos sistemas, criar modos para organizar seu CD pode influenciar em uma operação eficiente. Através de códigos de barras ou TAGs de RFID você consegue identificar cada setor de prateleiras, nichos, pallets ou cargas.

A prática de identificação desses setores facilita na hora da triagem, picking, inventário e separação de pedidos. Assim resultando em maior controle no posicionamento e rastreabilidade de produtos.

4 – Automatizar seu estoque

Nada destes cenários apresentados seria possível sem a tecnologia. Sabemos que existe uma grande mudança nos processos logísticos após a entrada da tecnologia no ramo. 

Além das criações de sistemas, a tecnologia é colocada na mão de obra dos processos de estoque. Coletores de dados, impressoras térmicas, leitores de códigos de barras e tecnologia RFID são essenciais para qualquer estoque hoje em dia.

Eles trazem maior produtividade, acuracidade e aptidão nas tarefas, desde o recebimento de cargas até o despacho de pedidos. Além disso, a utilização das soluções produz dados para alimentar os sistemas que já citamos.

A novidade na área de AIDC é transformar impressoras e coletores em vestíveis. A solução conhecida como wearable, ou em português, dispositivos vestíveis,  entrega praticidade ao manuseio de produtos dentro do estoque. A novidade é possível graças aos acessórios como: capa de braço (para coletores), anéis com scanners e cintos.

Outra inovação no mercado de dispositivos móveis é a migração para o Android. O sistema operacional se mostra mais eficiente e intuitivo em comparação ao Windows. Atualmente, o Android ganhou foco dos desenvolvedores na produção de aplicativos, após a descontinuação do Windows para dispositivos móveis. 

5 – Locação de curto prazo

A locação de curto prazo pode ser uma alternativa mais viável para atender a demanda de infraestrutura da Black Week sem gastar muito. 

As empresas normalmente se baseiam em uma média de consumo durante o ano, porém, a Black Week é um pico pontual de vendas que as empresas não mantêm uma estrutura dedicada.

A locação de curto prazo permite que sua empresa tenha os dispositivos novos e atuais com um preço justo. Muitos dos contratos possuem assistência e suporte para que sua operação não pare. O Daas, Device-as-a-service, deve movimentar cerca de 306 bilhões de dólares até 2026, dados do MarketsandMarkets.

A oferta de serviços de curto período, permite que a operação possa atender essa demanda pontual sem comprometer com investimentos ao longo prazo.

Integre dispositivos móveis para preparar o estoque para a Black Week

A preparação do seu estoque passa pela tecnologia. Os dispositivos móveis trazem mais otimização, acuracidade e praticidade aos processos. Eles têm papel fundamental para sua empresa entregar um serviço de qualidade ao cliente final.

A Prime Interway é distribuidora de dispositivos AIDC, como coletores de dados, leitores de códigos barras e RFID, impressoras de códigos, tablets robustos, etiquetas de RFID e muito mais. Contamos com os maiores fabricantes do mercado em nosso portfólio. 

Agora que você sabe como preparar o estoque para a Black Week. Entre em contato com seu revendedor para conhecer mais sobre as marcas e produtos. Caso você não possua uma revenda, podemos te ajudar a encontrá-la. E se sua empresa se interessa em se tornar nossa revendedora, preencha  nosso formulário para que a gente entre em contato. 

O futuro do e-commerce com tecnologias da Zebra

As vendas online tiveram um alto crescimento no último ano. Devido ao fechamento de shoppings e lojas de ruas, as empresas tiveram que migrar para o ambiente digital de vendas. Após um ano da migração, as empresas obtiveram êxito nessa mudança para o e-commerce. Nunca se vendeu tanto online como atualmente no Brasil. O e-commerce bateu recorde de pedidos e faturamento em 2020. Segundo o WebShoppers, pesquisa da E-bit, o e-commerce vendeu 87,4 bilhões de reais no último ano. Para o futuro, o cenário segue melhor. Em pesquisa realizada pela Zebra, estimou-se que o comércio eletrônico cresça em torno de 40% até 2023. Os clientes querem praticidade e velocidade quando vão às compras online. Para atender essa demanda, a empresa necessita investir na estruturação do seu backdoor, através de sistemas e dispositivos móveis.

Sistemas a serem implementados em seu e-commerce

O primeiro passo para ter um processo coesa dentro do comércio eletrônico é implementar sistemas que ajudem no cotidiano do armazém. Os sistemas fornecem métricas e auxílio para gerenciar setores dentro da cadeia de suprimentos. WMS, OMS, TMS, LMS são os sistemas mais utilizados no mercado atualmente. O WMS, Sistema de Gerenciamento de Armazém, consiste em analisar o estoque visando controlar o inventário e a reposição de produtos. O OMS, Sistema de Gerenciamento de Pedidos, busca gerenciar os pedidos da loja dentro do estoque. O TMS, Sistema de Gerenciamento de Transporte, é responsável em gerenciar as entregas e otimizar as rotas do transporte. Por fim, o LMS, Sistema de Gestão de Aprendizagem, mecanismo que serve para unificar todos os outros sistemas citados.  O Omnichannel é a grande evolução no sistema de gerenciamento de lojas, já que é uma estratégia de convergência de pontos de contato com o cliente. O Omnichannel busca integrar os ambientes presenciais e online da empresa. O sistema busca proporcionar novas experiências de compras ao cliente, inserindo modalidades de compra presenciais com recebimento em casa ou vice-versa.

Experimente as soluções Zebra para e-commerce

Mas alimentar todo esse sistema só é possível com a automatização no reconhecimento de dados. As planilhas manuais e papéis não são mais necessários quando sua empresa utiliza dispositivos AIDC. As soluções da Zebra vem facilitando o cotidiano do comércio e deve continuar nessa empreitada no futuro. Com a modernização dos modelos de gerenciamento e vendas do mercado, a Zebra busca entregar soluções que acompanham essas evoluções. Ter dispositivos novos e com tecnologia de ponta influencia todo o seu processo. O Android, por exemplo, se tornou o sistema operacional mais utilizado no mercado, após a descontinuação do Windows em dispositivos móveis. O Android consegue oferecer aplicações mais atuais do mercado, além de possuir uma interface mais intuitiva em comparação com o Windows. A Zebra indica aos e-commerces os coletores de dados, TC8300 e WT6000. Estudo do Futuro dos Consumidores em 2020 aponta que 65% dos entrevistados acreditam que funcionários equipados com computadores de mão com scanners integrados podem oferecer uma melhor experiência de compra.
O TC8300 entrega ergonomia no cotidiano do e-commerce

O TC8300 entrega ergonomia no cotidiano do e-commerce

O Coletor de dados Zebra TC8300 se tornou queridinho do comércio por sua contribuição à produtividade. Seu design ergonômico facilita no manuseio do aparelho na hora da coleta de dados. Com novo ângulo para leitura de códigos, aumenta a produtividade do colaborador em 14%. Isso só é possível, por causa da redução de movimentos e esforço muscular que o design entrega. O TC8300 possui sistema operacional Android que, como já abordamos, é o sistema mais avançado para os dispositivos de IoT. Além de contar com processador 660 octa-core de 2.2Ghz. E memórias de 4GB de RAM e 32 flash ou 8GB de RAM com 128GB flash que tornam as leituras e processamentos de dados mais rápidos. Em estudo O Futuro do Armazéns, feito pela Zebra, mostra que 88% das empresas entrevistadas querem levar conforto e ergonomia à mão de obra até 2024. A marca Zebra que sempre está em busca de entregar novidades aos seus clientes fornece ao mercado o WT6000. O coletor de dados vestível da marca entrega praticidade nas atividades dentro do armazém. A junção entre o WT600 com anel scanner RS5100 simplifica toda a tarefa de reconhecimento de dados.
A solução Zebra para e-commerce, o WT6000 entrega praticidade no manuseio de produtos

WT6000 entrega praticidade no manuseio de produtos

O WT6000 conta também com o sistema Android. O coletor possui microfone e alto-falante integrado ao dispositivo ajudando na comunicação do colaborador aos seus colegas de trabalho. O modelo WT6000 consegue ser 36% menos volumoso em comparação com outros produtos. Enquanto o RS5100 permite leituras de códigos 1D e 2D, dependendo do código, o leitor consegue fazer leitura a 91 cm de distância. O leitor possui ergonomia e consegue dar ao time de colaboradores segurança higiênica, porque os anéis possuem o módulo de leitor separado ao da capa, assim cada colaborador pode ter seu próprio gatilho. 

A Prime Interway é distribuidora da Zebra no Brasil

A parceria Prime Interway e Zebra é de longa data. A Prime possui uma equipe dedicada e especializada em produtos e soluções Zebra. Dentre os produtos, a Prime possui coletores de dados indicados pela Zebra para e-commerces. Veja mais sobre o Zebra TC8300 e a dupla WT6000 e RS5100 em nossa loja online. Para tirar qualquer dúvida entre em contato com nossa equipe de atendimento.

Phygital potencializa a experiência do cliente com as marcas

Atualmente, a melhor forma de fornecer uma boa experiência de compra é com a phygital.  Essa boa experiência passa pela otimização dos canais online da marca como mídias sociais, sites e canais de atendimento. Além da implementação de novos dispositivos nos estabelecimentos.

Os clientes estão buscando praticidade quando vão às compras, esse é um dos fatores do crescimento do e-commerce no país. Entregar autonomia e praticidade faz com que a jornada de compra seja mais prazerosa para o consumidor.

Nos últimos anos, o omnichannel ganhou relevância no varejo, visando entregar mais praticidade ao consumidor. O sistema busca unificar a forma de atender os contatos em todos os canais que a empresa possui. O omnichannel fornece a possibilidade de o cliente começar e terminar a sua compra em canais diferentes da marca.

Além do omnichannel. as lojas autônomas e o varejo phygital são as grandes apostas do setor para os próximos anos. As duas formas de gerenciar as lojas mostram a importância da tecnologia para o mercado.

A aposta no phygital 

Devido aos efeitos da pandemia, os consumidores querem ter uma experiência prática, rápida e fácil na hora da compra. Além disso, eles procuram experiências com menos interações humanas, por isso o e-commerce ganhou tanta relevância durante a pandemia.

Se o e-commerce teve um crescimento surpreendente ao longo do último ano, o varejo físico teve que se reestruturar após os fechamentos devido a pandemia. Agora, as lojas físicas buscam se integrar ao ambiente digital para entregar uma nova experiência de compra.

O modelo phygital nas lojas traz a integração entre o ambiente digital e físico da marca. O modelo lembra muito o propósito do omnichannel, interligando todos os pontos de contato que o cliente tem com a marca.

Nesse modelo de gestão das lojas, o cliente não pensa em loja presencial ou e-commerce. Eles pensam na marca como todo, analisando como ela se comporta em todos os canais. Uma boa experiência em um canal pode refletir para ele procurar a marca em outros locais.

O phygital promove a unificação do estoque para toda rede de lojas. Isso resulta no modelo chamado de prateleira infinita. Nela é possível concluir a venda sem ter o produto no estoque daquela filial. Além disso, o vendedor consegue ter acesso a disponibilidade de produtos em outras lojas da rede.

O phygital tenta trazer o sucesso do e-commerce para o comércio presencial

Neste modo, após a venda é possível entregar o código de rastreio e a estimativa para a entrega do produto, semelhante ao e-commerce.

O modelo também propõe que a empresa ofereça ofertas em todos os seus canais. O uso de vouchers é bem comum no ambiente online, porém no ambiente físico é difícil sua utilização. Agora as empresas estão buscando unificar essas promoções para as lojas físicas.

A conexão implementada também pode potencializar o sistema de trocas e logística reversa da empresa. O cliente pode comprar presencialmente e pedir a troca do produto por canais online ou vice-versa. E o comércio físico pode se tornar um ponto de troca da logística reversa.

O futuro são as lojas autônomas? 

Essa autonomia que o omnichannel promove foi potencializada com a chegada das lojas autônomas. As lojas autônomas são totalmente automatizadas, sem qualquer interação humana. Esse modelo de loja está ganhando força mundialmente e começa a despontar aqui no Brasil.

Atualmente, esse modelo de loja está presente em condomínios residenciais e coworking. Porém, a chegada às ruas deve ser gradual nos próximos anos. Por ser um comércio baseado na confiança em seus clientes, as lojas autônomas possuem dificuldades em se estabelecer em locações não controladas.

Apesar disso, os novos hábitos que os consumidores adquiriram durante a pandemia, pode influenciar em mais pontos de lojas autônomas. Atualmente, as lojas autônomas querem rivalizar com as lojas de conveniência.

Segundo o CEO de uma rede de lojas autônomas, os preços de produtos em lojas autônomas são 20% mais caros que lojas físicas e 30% mais baratos que em lojas de conveniência. 

As lojas autônomas funcionam através de aplicativos. Todos os produtos que o consumidor vai comprar precisam ser colocados no aplicativo, ao final, o aplicativo gera o QR Code para o pagamento.

As lojas autônomas também podem ter o self-checkout. Nessa situação, o cliente passa suas compras no terminal de autosserviços e conclui o pagamento. 

Dispositivos tecnológicos para o phygital e lojas autônomas 

Todos nós sabemos da importância da tecnologia nos centros de distribuição e armazéns. Apesar de não ser vista pelos clientes, as soluções tecnológicas mudaram completamente a forma de trabalhar no centro de distribuição.

Agora, novos sistemas e dispositivos estão mudando a forma de atendimento na frente de loja. A presença de coletores de dados e tablets robustos cresceu nos últimos anos no atendimento direto ao cliente.

Os dispositivos conseguem dar o acesso à prateleira infinita. Consultar estoques, ver disponibilidade em outras filiais e até mesmo fazer o sistema de papa-filas. Além dos dispositivos móveis, os terminais de autosserviços são a grande tendência para o varejo em geral.

As empresas que implementarem esses novos modelos de lojas terão uma vantagem competitiva ao restante do mercado.

Integre os dispositivos móveis em seu phygital

A Prime Interway é distribuidora de dispositivos AIDC, como coletores de dados, leitores de códigos barras e RFID, tablets robustos, etiquetas de RFID e muito mais. Contamos com os maiores fabricantes do mercado em nosso portfólio. 

Para conhecer mais sobre as marcas e produtos entre em contato com seu revendedor. Caso sua empresa se interesse em se tornar nossa revendedora basta se inscrever em nosso formulário. 

Conheça a solução papa-filas para o checkout da sua loja

A solução tecnológica Papa-filas é o conjunto do coletor de dados e uma impressora térmica portátil. A dupla de dispositivos permite mais agilidade no atendimento em lojas físicas.

A solução permite que o checkout de compras possa ser feito durante a espera nas filas tornando o atendimento mais rápido. A solução pode ser colocada em checkout de diversos nichos de mercado.

A solução é conhecida por sua utilização em lojas de varejo e supermercados, porém pode ser usada em pedágios, shows e outras lojas.

A solução de papa-filas funciona da seguinte forma: o funcionário da loja se aproxima do cliente na fila, escaneia os produtos com coletor de dados, e emite o recibo QR Code através da impressora móvel, após isso, o cliente entrega o recibo no caixa para efetuar o pagamento.

O coletor de dados também pode auxiliar no atendimento ao cliente em outros contextos. Ele pode atuar na venda assistida auxiliando na pesquisa de estoque e informações de produtos.

A melhor dupla para solução papa-filas

A combinação do coletor de dados da Datalogic, Memor K, e da impressora portátil da Sewoo, LK-P12 II, é perfeita para desenvolver a solução papa-filas em seu estabelecimento.

O Memor K é prático para se utilizar no atendimento dentro da loja. O dispositivo conta com Android 9, processador octa-core 2GHz com 3 GB de memória. O coletor possui fácil conexão ao Wi-Fi que permite ao colaborador transitar pela loja.

Memor K é perfeito para tarefas na frente da loja

Memor K é perfeito para tarefas na frente da loja

O Memor K possui teclado com luminosidade e duas teclas laterais personalizáveis para atender a sua operação e gatilhos laterais e no teclado para facilitar na hora da leitura. O leitor do Memor K tem capacidade de ler códigos em 1D E 2D.

A impressora térmica da Sewoo, LK-P12 II é a solução da marca para impressões de forma móvel. A impressora portátil tem conexão via Wi-Fi ou Bluetooth para parear com o coletor de dados. Ela consegue imprimir códigos 1D e 2D em velocidade de 127mm com resolução de 203dpi. 

A LK-P12 II possui case para ser colocada no cinto para tornar o manuseio do dispositivo mais prático.

Na versão vestível, LK-P12 II entrega dinamismo no atendimento

A importância de proporcionar uma melhor experiência de atendimento ao cliente

A fusão do coletor de dados e da impressora portátil vai proporcionar uma melhor experiência ao seu cliente. A experiência de atendimento é um ponto fundamental para o sucesso das empresas. Atualmente, além de vender produtos, a empresa precisa vender a experiência para o cliente.

O grande diferencial para um negócio atualmente é proporcionar boas experiências. Fornecer outras opções de atendimento e até a experiência de omnichannel é um fator a ser levado em conta.

No estudo Customer Experience realizado pela Octadesk e Opinion Box, abordaram diversos pontos sobre a experiência do cliente. Segundo a pesquisa, o atendimento é o terceiro maior motivo para o cliente decidir comprar em uma loja.

Na pesquisa, 81% dos consumidores disseram que dão preferência a marcas que oferecem uma boa experiência. 61% deles preferem escolher uma marca que entregue uma boa experiência mesmo se precisar gastar mais.

Um bom atendimento presencial está atrelado à gestão de filas. A pesquisa Retail Reimaginer apontou que 9 a cada 10 entrevistados já deixaram de fazer compras por causa de filas. Então entregar agilidade nesse setor da venda é essencial para a empresa. 

Garantir um bom atendimento é uma vantagem competitiva no mercado atual. Além disso, a prática pode fidelizar e promover novos clientes.

A Prime Interway é distribuidora Datalogic e Sewoo

A Prime Interway é distribuidora oficial da Datalogic e Sewoo. Temos toda a linha AIDC da Datalogic e impressoras da Sewoo para sua empresa. Para saber mais entre em contato com nosso time de atendimento.

Você também pode se tornar uma revenda Prime e ter os melhores dispositivos em sua empresa. Para se inscrever basta se cadastrar em nosso site.

 

A importância da conectividade e da comunicação no serviço de campo

O serviço de campo necessita de dispositivos que otimizem as tarefas. Quando o colaborador está na rua, ele precisa estar conectado à central. Além disso, ele precisa ter aparelhos que façam seu atendimento ser rápido e eficiente.

Nesta situação, a tecnologia é aliada do colaborador. As operações de campo possuem diversos gargalos de comunicação e auditoria. Para sanar essas dificuldades, o investimento em softwares, conectividade e dispositivos móveis é primordial. 

Para atuar em campo, os dispositivos precisam ter conectividade com 3G ou 4G. Com a utilização dos dados móveis sua operação consegue ser executada fora da intermediação da empresa. A operação conectada é capaz de trocar dados com os sistemas da empresa.  

Investir em dispositivos com GPS vai ajudar na transmissão da localização dos colaboradores que estão em campo. O GPS simplifica a gestão de operadores nas ruas e gerencia os serviços mais próximos aos colaboradores.

Para que o seu colaborador não carregue diversos dispositivos, as versões wearables oferecem leveza e mobilidade na utilização de coletores e impressoras móveis. O mercado oferece acessórios como: alças, cintos, capas de pulso e anéis com scanner para adaptar os aparelhos ao corpo do colaborador. 

Veja mais sobre dispositivos vestíveis em nossa matéria.

Serviços domiciliares

Os serviços domiciliares podem ter diversas situações, seja de urgência ou de rotina.  O colaborador sempre deve estar preparado para contratempos. Para esses serviços é recomendado a utilização de computadores veiculares, tablets e coletores de dados.

Os coletores de dados são necessários para uma operação de serviço de campo

Os coletores de dados são necessários para uma operação de serviço de campo

Esses três dispositivos oferecem ao colaborador comunicação em tempo real com a central. Colher dados sobre produtos e chamados. Acesso às informações de serviços e clientes. Além de emitir a localização do veículo em tempo real.

Entre os setores de serviços domiciliares, o ramo da saúde teve um grande crescimento.  Devido a pandemia, as pessoas procuraram atendimento médico em suas casas. Conhecido como home care, o atendimento médico domiciliar cresceu cerca de 35% no último ano, dados do Núcleo Nacional de Empresas de Serviços de Atenção Domiciliar (Nead).

Leiturista

O serviço de leitura exige praticidade e rapidez no atendimento. Os dispositivos tecnológicos facilitam o processo de leitura e emissão de faturas. O processo se torna tão simples que em poucos minutos o leiturista consegue fazer a leitura e emissão de faturas de um bloco inteiro de apartamentos. 

A dupla, coletor de dados e impressora portátil, proporcionam agilidade e acuracidade no momento da leitura de relógio de luz e água.

Entregas e delivery

As informações sobre rotas e entregas podem ser melhoradas com a tecnologia. O computador veicular serve para que o entregador tenha as melhores rotas e o mapeamento do circuito de entregas.

Os dispositivos fornecem informações e possível alterações em roteiros de trabalho

Os dispositivos fornecem informações e possível alterações em roteiros de trabalho

Além do computador veicular, o coletor de dados e os tablets conseguem suprir a utilização de planilhas e folhas. Dessa forma, o entregador tem acesso e audita as informações sobre os pedidos. Sem processos em papel, o sistema de comunicação entre o entregador e a central se torna otimizado e eficiente.

As informações em tempo real e a otimização dos processos de entregas são parte essencial para o modelo de entrega expressa que está presente no mercado. O modelo de entrega expressa se tornou fundamental para compras online neste ano e deve ser exigência na próxima Black Friday.

Invista em software de gerenciamento

É vital investir em sistemas que possam facilitar as operações.  A comunicação entre os dispositivos que estão em campo com a central de sistemas é graças à integração de informações.

A integração dos sistemas de dispositivos com o ERP e CRM pode criar insights sobre os atendimentos.  A unificação desses dados é o que vai promover o processo com inteligência.

Os dados produzidos no serviço de campo são essenciais para fazer a comunicação com os clientes finais e fazer acompanhamento de chamados e assistências.

Prime Interway oferece os melhores dispositivos para o serviço de campo

A Prime Interway possui em seu portfólio diversos dispositivos, das principais marcas do mercado, que conseguem ajudar nos serviços em campo. Veja nosso portfólio de coletores para saber mais sobre os dispositivos e entre em contato com nosso time de atendimento.

Wearables: veja como dispositivos vestíveis podem trazer praticidade ao seu colaborador

O wearables é uma tecnologia disruptiva para um futuro próximo. O próximo passo da evolução da tecnologia são dispositivos que se tornem vestíveis. Os dispositivos vestíveis devem estar presentes em diversas operações nos próximos anos. Com sua inclusão nas operações a praticidade e mobilidade serão inevitáveis.

O investimento em soluções wearables está em pauta nas grandes desenvolvedoras de tecnologia. Se já não vivemos sem o Smartwatch, a tecnologia vestível começa a ter um panorama animador para o futuro nas operações.

O Forecast Global da Gartner mostrou como está o investimento em dispositivos wearables, segundo a pesquisa, as empresas mundiais devem investir U$81 bilhões nesses dispositivos  neste ano.

O wearables traz segurança, firmeza, mobilidade e praticidade para o colaborador. Atualmente existem dispositivos vestíveis de fábrica e acessórios que tornam o dispositivo vestível. Os coletores de dados recebem capa de pulso e leitores de dados em anel para facilitar na captação de dados. 

As impressoras móveis como wearable começam a ser utilizadas nos serviços em campo, na impressão de contas de luz e água. Além do atendimento em restaurantes, lojas e supermercados. As impressoras térmicas ganham cintos e cases para se acoplar ao corpo do usuário facilitando a impressão de notas, bilhetes e contas.

Os benefícios em contar com dispositivos vestíveis em sua operação

As soluções vestíveis buscam entregar praticidade nas operações corporativas. Eles entregam segurança, praticidade e mobilidade durante a jornada de trabalho.

O cotidiano de trabalho no estoque é repleto de horas de manuseio de produtos, caixas e cargas. O coletor de dados foi um grande avanço no sistema de WMS.

No entanto, muitas vezes, o colaborador divide suas mãos em pegar a caixa e ainda pegar o coletor para ler as informações. A utilização da versão vestível do device pode potencializar a performance do seu colaborador.

O coletor wearable é compactado ao pulso do colaborador, como um relógio. O modo de utilização é bem confortável pois as alças das pulseiras são feitas de borracha. Para a conversão acontecer o coletor necessita ser touch screen para o colaborador conseguir exercer as atividades.

O scanner funciona como um anel, existem modelos com fio ou bluetooth. A versão vestível do coletor traz segurança na manipulação de produtos. A solução deixa o colaborador com as mãos livres evitando quedas de produtos e acidentes.

A impressora térmica vestível também traz praticidade ao colaborador, deixando suas mãos livres para exercer outras tarefas. A combinação de coletor de dados wearables e a impressora móvel resulta na solução papa-filas que faz o atendimento aos clientes durante a fila de espera.

A solução wearabales pode ser aplicada nos setores de recebimento de cargas, picking, separação de produtos e outros setores. No supermercado, o coletor de dados vestível pode ser utilizado na separação de produtos, controle de gôndolas e verificação de preços.  

Os headsets começam a ganhar espaço nas operações, por causa do sistema de voice picking. A comunicação por áudio é mais simples e prática no cotidiano de trabalho A confirmação de produtos, lugares e pedidos é otimizada pelo sistema voice picking.  

Por último, os óculos inteligentes são a expansão da tela do coletor de dados. A tecnologia pode agregar no futuro das operações com mais desenvolvimento em soluções para leitura de dados.

O mercado de óculos inteligentes tem a projeção de movimentar USD 6,8 bilhões até 2025, segundo pesquisa da MarketandMarkets. 

Conheça o EF401, o coletor de dados que tem a capacidade de se tornar vestível

O coletor de dados, EF401, da Bluebird, pode ser transformado em vestível através dos seus acessórios. O EF401 possui sistema Android 7 que facilita na aprendizagem de novos colaboradores por ter uma interface mais amigável.

O EF401 traz a inovação para seu processo

O EF401 traz a inovação para seu processo

O dispositivo conta com o processador Intel Octa Core que aprimora a rapidez na leitura de dados. O EF401 possui capacidade de ser usado indoor ou no trabalho em campo, pois conta com conexão 4G e Wi-Fi. O dispositivo tem a conectividade de bluetooth e NFC para incorporação de acessórios.

O coletor possui leitor de códigos de barras 1D e 2D e tem compatibilidade com o gatilho de RFID da Bluebird. O EF401 também possui câmera de 13MP que entrega uma boa imagem para leitura de códigos no cotidiano.

O EF401 possui capacidade de se tornar wearables

O EF401 possui capacidade de se tornar wearables

A praticidade é a grande marca do dispositivo da Bluebird. Ele conta com tela touch screen que facilita no manuseio do coletor. E pesa apenas 200 gramas não incomodando na sua adaptação vestível.

Falando em praticidade, o coletor Bluebird tem a capacidade de se tornar um dispositivo wearable. A Bluebird possui uma linha de acessórios como capa de pulso e o gatilho em anel para transformar o EF401 vestível. Veja como a solução funciona no vídeo abaixo.

Uma inovação do EF401 é a ferramenta push-to-talk, que permite a comunicação entre o colaborador e outros colaboradores pelo coletor de dados. Utilizando o push-to-talk, você elimina os famosos rádios de transmissão, simplificando os dispositivos em apenas um.

LK-P400 pode trazer mobilidade ao seu atendimento

A impressora portátil, LK-P400, da Sewoo, consegue se tornar véstivel através do seus acessórios. A impressora consegue imprimir recibo e etiquetas na velocidade de 127mm/s proporcionando agilidade no atendimento móvel. 

A impressora móvel entrega mobilidade na hora da impressão de recibos e etiquetas

A impressora móvel entrega mobilidade na hora da impressão de recibos e etiquetas

O modelo da Sewoo possui conectividade por serial, USB, bluetooth, Wi-Fi. O LK-P400 faz impressões de quatro polegadas e possui display LCD para mostrar informações sobre a impressão e status da impressora. 

Quer ingressar dispositivos wearables na sua empresa? A Prime disponibiliza o EF401 e o LK-P400 e seus acessórios

Você viu como os dispositivos vestíveis trazem praticidade, mobilidade e segurança para a sua operação. Além do EF401 entregar comunicação integrada e ser um coletor de dados completo com leitores de códigos de barras e RFID. Ele pode ser utilizado indoor ou outdoor. E facilitar a comunicação da sua equipe, poupando a inclusão de rádios em sua operação. Enquanto o LK-P400 te entrega mobilidade e agilidade nas impressões do cotidiano da sua empresa.

Se você se interessou em contar com dispositivos vestíveis em sua operação, a Prime possui o EF401 da Bluebird e seus acessórios em seu portfólio. E também, o LK-P400 da Sewoo e seus acessórios. Para mais informações entre em contato com nosso atendimento