Danfe Simplificada: inove e ganhe praticidade na expedição de pedidos com a Zebra

Em busca de praticidade e melhorias nos processos, a Danfe simplificada foi o alicerce da produtividade na expedição de pedidos dos e-commerces. A nova forma de impressão nos envios traz uma operação ecológica e ágil. 

Antes, existia a obrigatoriedade do envio da NF-e em anexo ao pedido. A nota era impressa em A4, e às vezes, era maior que os pacotes pequenos, criando uma situação inusitada. 

A impressão em papel demandava maiores custos para as empresas, já que elas precisavam ter gastos com papel e equipar as estações de trabalho com as impressoras de jato de tinta.

Mas após a regulamentação da Danfe simplificada, agora as empresas podem diminuir seus gastos e ainda ganhar em rapidez na expedição das cargas. Agora, com apenas a impressora térmica é possível fazer a impressão da identificação do pedido e da nota fiscal.

Estudos apontam que a impressora térmica tem impressão mais rápida do que a impressora jato de tinta, e essa diferença resulta em ganhos de 30 segundos por expedição de pedido na operação.

A nota fiscal pode ser padronizada em diversos tamanhos acompanhando de melhor maneira o pacote. Ela resulta em mais segurança durante o trajeto da mercadoria por estar colada a caixa, evitando os casos que o anexos se perdia durante as movimentações. 

Como emitir e o que precisa ter na Danfe simplificada?

Para emitir a Danfe simplificada é muito simples. A empresa precisa apenas fazer o procedimento padrão da emissão da NF-e do pedido, e após isso, a mesma fica disponível no sistema do sefaz. 

Ela precisa ser impressa em uma etiqueta de no mínimo 55mm, com os dados em fonte com tamanho mínimo 6, em caixa alta e negrito. 

O código de barras da nota precisa estar bem legível, deve-se identificar se a nota é de entrada ou saída, assim como todos os demais dados que constam em uma nota fiscal normal.

Vale ressaltar que em caso do envio da nota fiscal simplificada, a empresa deve encaminhar a NF-e original por e-mail para o cliente.  

As empresas podem utilizar sua ERP ou sistema de nota fiscal para padronizar e personalizar as notas simplificadas. 

Conte com a ZT421 para imprimir suas etiquetas!

Conte com a agilidade e qualidade da Zebra para imprimir suas etiquetas de identificação e a Danfe. Conte com a ZT421 para ter impressão de qualidade na área de expedição.

Possuindo sistema plug-and-play, com migração e integração simples, a ZT421 chega pronta para ser utilizada nas empresas. A Zebra oferece ferramentas que facilitam a configuração de novas linguagens e aplicações.

Danfe simplificada trouxe praticidade para a expedição de pedidos

Danfe simplificada trouxe praticidade para a expedição de pedidos

Ela conta com visor touchscreen para configurações rápidas na hora da impressão. Conte com as linguagens mais utilizadas no mercado (EPL e ZPL) que são nativas da Zebra. 

Imprima etiquetas em PDF de forma simples sem precisar de conversão ou driver com o PDF Direct da Zebra.

Opções de conexão por USB, Wi-Fi e Ethernet, além de contar com uma gama de resoluções para a operação (203,300 e 600 dpi). 

Além de tudo isso, a Zebra oferece todo o suporte necessário para realização de assistência técnica e manutenção preventiva. 

A Prime possui o maior portfólio de Zebra do mercado

Somos uma distribuidora de dispositivos e desenvolvemos soluções de automação e mobilidade corporativa. Temos uma parceria de longa data com a Zebra repleta de cases de sucessos e inovação.

Não perca mais tempo para integrar a Danfe simplificada na expedição de seus pedidos com a Zebra! Para saber mais entre em contato com a sua revenda parceira.

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Entenda porque os novos estoques necessitam de leitores de longo alcance

Os e-commerces seguem em crescimento contínuo nos últimos anos, a movimentação de compras pela internet segue a todo vapor e mostra que não vai recuar mesmo com o retorno nas atividades presenciais.

A praticidade que as lojas online oferecem se tornou o grande atrativo para consumidores. Essa preferência  tornou os centros de distribuição um lugar estratégico e agitado no comércio eletrônico.

O Brasil teve média de 301 milhões de compras online em 2020, segundo estudo da Neotrust. Esse volume de vendas fez com que o comércio buscasse fórmulas para cobrir essa alta procura.

Para ter maior controle sobre esses pedidos, as empresas começaram a centralizar suas movimentações em grandes armazéns. Esse método fez com que os esses espaços fossem um desafio recorrente para os grandes marketplaces.

A melhor solução encontrada foi aumentar a verticalização do estoque, por meio de armazéns com pé direito alto, assim expandindo seu armazenamento e otimizando seu espaço. 

Os benefícios da expansão vertical

Nesse tipo de armazenagem, a busca é otimizar os espaços, por isso, geralmente, os andares térreos são divididos em diversos nichos, enquanto os demais andares são espaços maiores para pallets.

A dinâmica desse tipo de armazenamento é facilitar o picking dos produtos. Os nichos do térreo priorizam os ativos que possuem alta saída, enquanto os andares superiores armazenam produtos com poucas vendas ou que exigem maior espaço de acomodação.

O uso desse modo de depósito exige que as empresas tenham equipamentos que consigam ser versáteis para se adaptar à variedade de distância. 

O custo-benefício de ter os leitores de longo alcance na operação

O leitor de longo alcance começou a ser protagonista nas operações, por causa da sua versatilidade e tecnologia envolvida. Dentro da operação, o dispositivo é exposto em diversas distâncias de leitura. 

Os dispositivos que possuem a tecnologia podem ler de forma rápida e com precisão códigos em curta, média e longa distância, dando toda flexibilidade que o cotidiano exige.

Outro ponto diferencial são as aplicações que os equipamentos oferecem. Os dispositivos com esse tipo de leitura, podem ser integrados às empilhadeiras, a junção facilita que o operador faça as leituras dentro do veículo, resultando em mais praticidade e produtividade. 

Um benefício que a empresa pode contar quando contrata os leitores de longo alcance é que eles reúnem as tecnologias de ponta dos fabricantes.  

Por serem dispositivos repletos de funcionalidades, as marcas investem toda sua tecnologia em seus desenvolvimentos. Na maioria dos casos, os dispositivos contam com tecnologias únicas, alto padrão de IP, processadores rápidos e grande capacidade de memória. 

Conheça os equipamentos Zebra com leitores de longo alcance

A Zebra desenvolve dispositivos com leitor de longa distância que podem ser usados nos mercados de: logística, manufatura, varejo, cadeia fria e governo. 

A fabricante desenvolve dois coletores de dados com leitor de longo alcance: MC93 e MC33. A dupla reúne toda a tecnologia de ponta da Zebra, e ambos são extremamente robustos e repletos de funcionalidades únicas da fabricante. 

O MC93 conta com seus visores de tela e scanner reforçados com a tecnologia Gorilla Glass que torna os vidros dos equipamentos ultra resistentes contra grandes impactos e arranhões. 

O MC93 reúne tecnologia de ponta e leitor de longo alcance

O MC93 reúne tecnologia de ponta e leitor de longo alcance

Ele possui vedação dupla de IP65 e IP67, resistente a quedas, e seu leitor tem capacidade de ler qualquer tipo de código com escaneamento omnidirecional e reconhece códigos mesmo com rasuração. 

Enquanto o MC33, possui IP64, tecnologia Gorilla Glass, resistente a quedas e suporta atividades em temperaturas extremas de -20 C a 50 C. Além de contar com o leitor especial  ominidirecional da Zebra.

O MC33 traz praticidade e inovação para operação

O MC33 traz praticidade e inovação para operação

Ambos coletores podem ser personalizados para sua operação com leitores padrões, e até scanners de longo alcance que chegam a leitura de até 21 metros. 

Conte com a Prime para ter a Zebra em sua operação!

A Prime Interway é uma distribuidora de equipamentos para automação e mobilidade corporativa. Como distribuidora de Zebra oferecemos todo suporte necessário para sua venda com assistência técnica, primeira configuração dos dispositivos e garantias exclusivas. 

Se você se interessou em contar com a tecnologia de longa distância da Zebra, entre contato conosco ou procure sua revenda parceira.

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5 motivos para migrar seus coletores de dados para Android com a Zebra

Os coletores de dados com Android começam a ser maioria dentro do mercado de mobilidade e automação. Para quem está no mercado há bastante tempo, deve lembrar da hegemonia do Windows nos dispositivos.

O Windows dominava o mercado dos coletores de dados até os últimos anos, porém o avanço tecnológico dentro das empresas começou exigir mais capacidade dos sistemas operacionais.

Com a progressão das operações, o Windows foi exigido ao seu máximo, mas não conseguiu suprir as necessidades de velocidade e robustez que o mercado exigia.

Quadro apresenta a ordem cronológica das descontinuação do Windows Mobile

A Microsoft foi descontinuando seus suportes para Windows Mobile

Sem evolução, a Microsoft começou a analisar sua presença no mercado de coletores. Até que no primeiro trimestre de 2021, a empresa confirmou a descontinuidade do Windows CE e Mobile, acabando com o suporte para coletores de dados.

Como o fim do suporte do Windows impacta as empresas? 

Sem o suporte da Microsoft, o Windows não recebe atualizações regulares. A falta de novas versões de segurança e do próprio sistema faz com que os dispositivos fiquem vulneráveis.

Os equipamentos desprotegidos podem impactar diretamente na segurança da empresa, já que o coletor de dados pode ser a porta para um possível ataque cibernético.

Estudos mostram que 57% das violações poderiam ser evitadas com um patch de segurança. Por isso, atualizações recorrentes de segurança são essenciais para que a operação não sofra com malwares e vazamentos de dados.

Surgimento dos coletores de dados com Android 

Como o Windows já não respondia às necessidades das empresas, o Android começou a surgir como uma opção. Em sua primeira versão empresarial, o sistema operacional não teve um grande sucesso.

Mas os desenvolvedores seguiram apostando na versão corporativa. Eles buscaram as melhorias e correções que o sistema operacional necessitava para entrar nas aplicações;

Os investimentos do Google no Android empresarial aconteciam pelos benefícios que eles acreditavam que o sistema podia oferecer ao ramo.

O layout e a usabilidade eram pontos fortes do Android, por ser muito popular em celulares, os desenvolvedores confiavam que os operadores teriam mais familiaridade com o uso do sistema operacional.

E eles estavam certos, a proximidade dos operadores ao sistema se tornou o diferencial do Android dentro das operações. Tornando os treinamentos dos colaboradores mais fácil e rápido.

Essa facilidade na utilização impulsionou o crescimento do Android dentro da mobilidade corporativa e da automação comercial. Um exemplo disso, são os levantamentos feitos pela Zebra no estudo sobre o Futuro de Armazéns 2024.

O estudo mostra que 83% dos entrevistados do mercado de armazéns, já estão usando ou planejam usar o sistema operacional Android. Os líderes das empresas comentam o que esperam com a implementação do Android em sua operação:

43% esperam melhorar a eficiência dos funcionários, enquanto 39% acreditam que vão aumentar a capacidade dos funcionários de se adaptar às novas complexidades no fluxo de trabalho. E, por último, 39% preveem estabilizar o desempenho mesmo com a variabilidade da força de trabalho. 

Os benefícios de ter coletores de dados com Android 

A nova plataforma entrega as funcionalidades do Windows com mais benefícios exclusivos. Os coletores de dados com Android conseguem executar os aplicativos mais famosos da Microsoft como: Ingresso no local de trabalho (Workplace Join), Intune, Outlook, Serviços móveis do Azure, Office e Office 365, OneDrive e Cortana.

Com o Android ainda é possível sincronizar aplicativos do Google e Outlook. E desenvolver suas próprias aplicações dentro do Android pelo Visual Studio. Além dessas praticidades, a mudança de Windows para Android faz com que a empresa ganhe 5 benefícios:

  1. 1. O browser do Android é mais rápido e eficiente, ajudando nas aplicações das grandes ERPs que utilizam esse recurso.
  2. O Android facilita os treinamentos dentro das empresas, pois os colaboradores já estão acostumados com sua interface e usabilidade.
  3. O Android Empresarial conta com recursos avançados e exclusivos para maximizar a eficiência e a produtividade.
  4. A Zebra fornece o Mobility DNA para equipamentos Android, trata-se de um ecossistema que disponibiliza ferramentas de gerenciamento, integração, segurança e ferramentas de diagnósticos dos dispositivos.
  5. A interface touchscreen recebe recursos gráficos poderosos que aumentam a eficiência dos processos executados no dia a dia das empresas.

A Zebra facilita sua migração para o Android

Migre de forma fácil para o Android com a Zebra, a fabricante oferece todos seus benefícios na hora da troca de sistema.  Além de contar com coletores de dados de entrada, robusto, RFID e vestível com o sistema operacional.

A Prime Interway, juntamente com suas revendas parceiras, possui opções de Trade in e locação para facilitar a migração. Entre em contato e saiba mais.

Para você que ainda não é uma revenda Prime, cadastre-se em nosso formulário e conte com todos os nossos benefícios e exclusividades.

Cibersegurança para IoT: entenda a importância de proteger seus dispositivos com a Zebra

Nos últimos anos, os ataques cibernéticos se tornaram o pesadelo das empresas, essas investidas tornaram a cibersegurança para iot fundamental. Por serem dispositivos que acumulam muitos dados e possuem conectividade com sistemas, eles se tornaram alvo recorrente dos hackers.

Além disso, os dispositivos de IoT, em sua maioria, possuem menor espaço de armazenamento e processamento, limitando aplicações complexas de defesas. Somado a isso, a expansão que as operações que contam com esses equipamentos, torna a vulnerabilidade maior na segurança do IoT.

O processo de integração de novos dispositivos nas empresas, sem um controle prévio, pode expor o sistema.  Esse pequeno descuido no controle de segurança dos dispositivos pode acarretar um ataque poderoso ao sistema da empresa.

Um ataque cibernético pode ocorrer rapidamente, em estudo levantado pela Zebra mostra que em apenas 12 horas, 88% dos hackers conseguem invadir um sistema de cibersegurança. Enquanto as empresas demoram em média 197 dias para perceber que houve um ataque cibernético.

A principal forma de ataque dos hackers é através do ransomware, o código malicioso bloqueia o acesso aos dados que estão presentes no dispositivo. Além do ransomware, o malware e SQLI são outros códigos que são muito utilizados contra o IoT.

Os principais setores que são atacados pelo hacker são o Varejo, Órgãos Governamentais, Setor da Saúde e Manufatura.

A importância de aumentar a cibersegurança para IoT

As empresas ainda deixam diversas brechas de segurança por não acreditarem que não serão alvos. Porém, estudos mostram que esse é o perfil que os criminosos buscam em seus ataques.

A pesquisa feita pela Verizon aponta que 43% dos ataques cibernéticos do mundo são feitos em pequenas e médias empresas. O motivo disso, são a falta de infraestrutura cibernética e ausência de planos de ação, caso ocorra uma investida dos criminosos.

Outro ponto explorado pelos hackers são as vulnerabilidades criadas por tomadores de decisão. Muitos ainda acreditam que a segurança cibernética de IoT seja um tema complicado. E outros acreditam que suas empresas nunca foram atacadas porque tem um sistema forte de proteção.

Entretanto, temos que pensar que a evolução dos ataques é cada vez maior, os criminosos estão se revolucionando em busca de alcançar seus alvos. Por isso, as empresas precisam ter um perfil proativo de defesa e se possível contar com ajuda de parceiros para se prevenir da entrada desses códigos maliciosos.

Outra abertura que os hackers perseguem para os ataques são as desatualizações dos sistemas. Um sistema defasado abre uma fenda na segurança da empresa, por não receberem novos upgrades, a segurança do aparelho fica datada e exposta para os ataques.

Um exemplo disso é a descontinuação do Windows em dispositivos móveis, por não ter mais assistência da Microsoft, o sistema não terá mais atualizações. Estudo apontam que 57% de todas as violações poderiam ter sido evitadas com um patch de segurança.

Por isso os especialistas sugerem que as empresas troquem seus equipamentos para o sistema Android nativo.

Como se proteger de ataques a dispositivos iot com a Zebra

A Zebra oferece diversas garantias para as empresas que contam com os seus dispositivos. Por meio de testes e pesquisas, a Zebra investe anualmente em soluções de cibersegurança.

Além disso, a Zebra oferece funcionalidades que entregam mais segurança para empresas que trabalham com IoT. Através do Mobility DNA, as empresas conseguem ter um suporte de segurança, otimização, integração, gerenciamento e implantação dos dispositivos.

Através do Mobility DNA, a Zebra oferece o Mobility Extensions, solução que colocam camadas adicionais de recursos e serviços fundamentais para proteger os dados e o acesso à rede da empresa.

Outra ferramenta disponível é o Enterprise Home Screen, onde as companhias especificam os aplicativos que os usuários podem acessar. Além da possibilidade de desabilitar recursos dos dispositivos e iniciar aplicativos automaticamente.

A Zebra também proporciona uma maior proteção aos dispositivos contra um mundo de ameaças à segurança, reduzindo seu risco e ampliando a vida útil de seu dispositivo. É o caso do LifeGuard para Android, que estende o suporte de segurança do sistema operacional para até dez anos dando tranquilidade para as empresas.

Conte com a Zebra para melhorar sua cibersegurança

Com a Zebra, a empresa não integra somente um equipamento para sua operação, ela ganha em segurança e controle do seu sistema.

Pensando nisso, nós da Prime Interway distribuímos suprimentos, linhas RFID, coletores de dados, impressoras térmicas e muito mais. Por conta da nossa longa parceria, temos a maior disponibilidade de equipamentos da Zebra no mercado.

Evolua em cibersegurança para IoT e conte com a qualidade Zebra que o mercado conhece. Entre em contato com nosso time para mais informações.

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Entenda como ter mais produtividade com dispositivos vestíveis da Zebra

A tecnologia progride para acompanhar as mudanças e necessidades modernas ou novas necessidades surgem advindas das inovações tecnológicas?

Nos últimos dois anos, vimos o comportamento da sociedade se alterar bruscamente com o avanço da pandemia e assim surgirem diferentes necessidades, tendências e tecnologias. 

A busca por automação comercial aumentou acompanhando o crescimento do varejo e do e-commerce.

As grandes e médias empresas, que já eram consumidoras de tecnologia, seguiram com os projetos de expansão e atualização de parques, enquanto as pequenas empresas foram impulsionadas a procurar soluções para atender a nova e crescente demanda.

A mudança no centro logístico

O aumento repentino do volume de pedidos somado às novas modalidades de entrega (Drive-thru, retirada em loja física ou em terceiros, entrega express e logística reversa) aumentou a complexidade dos armazéns, transformando em ineficazes as operações que eram realizadas anteriormente. 

O consumidor se tornou mais exigente com o prazo de entrega e não atender esse quesito se transformou em ponto crucial para ruptura de compra. Flexibilidade e agilidade passaram a protagonizar a tomada de decisão entre uma empresa e outra.

Por isso, as empresas passaram a olhar com cuidado cada etapa do processo logístico (entrada do pedido, separação, entrega e logística reversa). O desafio era tornar a cadeia de operações mais rápida e eficiente, controlando todos os processos.

 A busca por produtividade nas operações logísticas

Para cumprir esse desafio, os grandes players buscaram por ferramentas confortáveis, para aumentar a comodidade em jornadas intensas de trabalho. Robustas, para suportar diversos usos em turnos diferentes. E intuitivas, para reduzir gastos com treinamentos.

Para atender essa necessidade do setor logístico chegou-se à conclusão de que o equipamento poderia ser  uma ‘possível’ extensão do corpo do colaborador. E com isso as soluções de ”mão livres’’ se tornaram uma ótima opção para o segmento.

Os equipamentos vestíveis começaram a ser testados em operações variadas. A quantidade de processos diferentes que o colaborador fazia começou a ser reduzida e os erros minimizados, além de maior satisfação para quem realizava a atividade.

Uma pesquisa interna da Zebra Technologies sobre fluxo de trabalho, mostrou um aumento de 30% na produtividade e 50% de redução no esforço muscular com o uso de Soluções de Mão Livres. Gerando a satisfação de funcionários e empresários.

Conheça os dispositivos vestíveis da Zebra

A Zebra, principal fabricante de equipamentos de AIDC, possui a linha de equipamentos vestíveis mais completa do mercado.

TC21 – Com opcional de suporte de pulso ou cinto.

Dispositivos vestíveis dão mais segurança no manuseio de produtos

Dispositivos vestíveis dão mais segurança no manuseio de produtos

O TC21 possui tela de 5 polegadas e um processador poderoso Octa-core, pronto para qualquer tipo de aplicação. Ele possui Android 11 podendo chegar até o 14. Além de ter a capacidade até 4GB de RAM e 64GB de Flash e IP67

Para uma solução mais completa, você pode adicionar o leitor de dedo bluetooth RS51, resultando em agilidade em todo o processo

TC52 – Com opção de suporte de pulso ou cinto

O TC52 possui tela de 5 polegadas, um poderoso processador octa-core com 2.4GHz, Android 11 com possibilidade de atualização até o 14 e IP 68.

Com o coletor no pulso, o operador tem praticidade em operações cotidianas

Com o coletor no pulso, o operador tem praticidade em operações cotidianas

Outra característica deste coletor é a compatibilidade com os óculos de realidade aumentada, o HD4000, gerando ainda mais eficiência no processo. Com o HD4000 você coloca a tela do coletor na área de visão do funcionário proporcionando mais rapidez na visualização dos processos a serem executados.

WT6000

Integre o coletor de dados com um leitor de mão para alcançar mais produtividade

Integre o coletor de dados com um leitor de mão para alcançar mais produtividade

o WT6000 conta com display de 3.2 polegadas, poderoso processador octa-core e opcional de ter um teclado físico. Também é compatível com  o leitor RS5100 bluetooth e o óculos HD4000.

Com o óculos, o operador consegue visualizar a tela do coletor

Com o óculos, o operador consegue visualizar a tela do coletor

A Prime é parceira de longuíssima data da Zebra, por isso temos a maior disponibilidade de dispositivos da marca no mercado. Oferecemos toda assistência técnica e vendas com nossa equipe especializada em Zebra.

Se sua empresa quer uma inovação que traga resultados reais no aumento de produtividade e eficiência na cadeia logística, ela precisa dos dispositivos vestíveis da Zebra. Entre em contato com nosso time de vendas para saber mais.

Dispositivos Zebra para a automação agrícola

A tecnologia na agricultura começa a ganhar terreno no Brasil. Conhecida como agricultura 4.0, ela propõe inovações para toda cadeia que está presente no agronegócio. A fusão da tecnologia nas atividades agropecuárias levou para outro estágio a agricultura no país.

Atualmente, os agricultores se apoiam em soluções tecnológicas para melhorar sua gestão da colheita. A rastreabilidade, tão importante para os consumidores, se tornou mais fácil com o crescimento da tecnologia no ramo. 

Além da rastreabilidade, a forma de validar o controle de qualidade, monitorar a plantação e o setor de pecuária foram potencializados com as inovações tecnológicas. Por isso, nesse conteúdo vamos te apresentar as inovações que estão mudando o cotidiano da agricultura.

Tecnologias na plantação

As tecnologias impactam diretamente o setor de plantação da agricultura. Agora é mais fácil rastrear todas as etapas que o produto passou dentro da fazenda. Antes os agricultores sofriam para conseguir atestar a rastreabilidade de seus produtos, mas atualmente, a tecnologia permitiu o fácil controle de todas as fases da colheita.

Assim dentro da plantação é possível ter fácil acesso a localização e identificação do plantio. A transmissão de dados da lavoura para o agricultor também se tornou menos complexa, já que os sistemas e os dispositivos fazem a automação de envio de informações. 

Tudo isso resulta na rastreabilidade do produto de ponta a ponta. A rastreabilidade se tornou ponto chave de debate sobre a confiança do consumidor nos processos alimentícios. No estudo sobre a segurança na cadeia de abastecimento de alimentos da Zebra, mostra que atualmente, 79% dos consumidores querem ter mais informações sobre a origem dos produtos. 

Como a rastreabilidade se tornou exigência do consumidor, seja ele final ou food service, a agricultura precisa entregar essa necessidade e colocar valor de mercado nisso. A melhor forma de desenvolver e entregar essa jornada da colheita são tecnologias de identificação. 

O RFID e códigos de barras são essenciais para identificar e rastrear todas as etapas da agricultura. O RFID está ganhando cada vez mais força em todo o mundo. Na agricultura a tecnologia permite monitoramento em tempo real de diversas partes do plantio. Além disso, é possível identificar os grãos na caixa de crescimento. E localizar e identificar setores da lavoura através das TAGs de identificação. 

Com RFID, o agricultor consegue ter acesso às informações sobre a saúde do plantio, localização das lavouras, entre outros fatores. Além disso, com a solução é possível identificar os grãos desde o seu plantio até a sua colheita, construindo uma rastreabilidade forte.  

Na questão de custos, a implementação do RFID pode resultar em diminuição de custos no monitoramento da plantação. Já que os dados gerados são enviados para o sistema, diminuindo diversas etapas que estão presentes no cotidiano do produtor.

Se o produtor faz parte do ramo agropecuário, ele também pode utilizar a tecnologia para cuidar do gado. Já falamos do que o RFID é capaz de fazer e, no cuidado com gado, o produtor consegue ter as informações sobre localização, alimentação e saúde do animal, coletadas de forma ágil pelo agricultor. A identificação também permite criar a rastreabilidade dos animais desde sua origem. 

Além do RFID, a telemetria também é um ponto importante dentro das fazendas. Ao modo que os dispositivos de IoT são integrados na agricultura é necessário colocá-los em posições estratégicas nas plantações.  

Tecnologia no armazenamento 

Após a colheita, organizar os produtos no armazém é vital. Nesse estágio a tecnologia de identificação permite uma melhor forma de controlar os produtos. Seja por TAG de RFID ou por códigos de barras, o agricultor consegue identificar os lotes de produtos e logo ter maior controle da validade dos alimentos. Pela rastreabilidade, o produtor pode codificar os lotes dos produtos e reduzir a perda por validade em sua operação. 

Homem com um coletor de dados Zebra na câmara fria

A agricultura necessita de coletores e outros dispositivos para entregar mais produtividade e rastreablidade

Além disso, o agricultor precisa se atentar em monitorar a umidade e a temperatura do seu estoque. Por trabalhar com alimentos perecíveis e sensíveis, automatizar o controle de temperatura do estoque é fundamental. Por isso, a adição de sensores no seu estoque consegue eliminar o monitoramento manual de temperatura e controlar remotamente o clima dentro do armazém.

Dispositivos Zebra para tecnologia na agricultura

Abordamos a importância do RFID na potencialização das atividades agropecuárias e a Zebra possui um portfólio extenso com todos os dispositivos e insumos da tecnologia. Para produzir uma operação baseada no RFID, o agricultor precisa de impressora térmica, leitor de RFID, coletor de dados e os insumos da impressora. 

Vamos te apresentar alguns dispositivos que podem ajudar a sua jornada no campo. Os coletores de dados têm o papel de ler as informações dentro das etapas, seja na plantação ou no armazém. 

A Zebra indica o TC26 para o trabalho agrícola. Por ter conectividade por Wi-Fi e por redes móveis, o coletor consegue se comunicar com o sistema mesmo em campo aberto.

A junção do TC26 com o leitor de RFID, RFD40, faz com que o coletor consiga ler as informações da TAG de RFID. O RFID é muito importante para que o agricultor consiga acompanhar sua lavoura em tempo real e identificar facilmente os ativos dentro da colheita. 

Além de ter leitor de RFID móvel, o leitor fixo é importante para o monitoramento do cultivo. Ele se torna um centro de informações da operação, permitindo a troca de informações instantânea com o sistema utilizado. 

Para imprimir suas etiquetas de RFID, o agricultor precisa de uma impressora térmica. Ela permite a impressão de diversos modelos de etiquetas e de materiais diferentes.  A Zebra possui diversos modelos de impressoras, seja industrial ou portátil. 

Para agilizar a identificação na plantação, a impressora portátil, ZQ630. Ela consegue entregar impressões rápidas de TAGs de RFID. Para impressora de mesa, o modelo RFID da ZT421 é ideal para identificação de produtos e nichos em seu estoque. 

Além desses dispositivos, a Zebra conta com leitores de códigos de barras. Possui o modelo portátil de leitores de códigos de barras, DS3600, que permite a leitura de códigos dentro da plantação sem a necessidade de cabos. 

A Zebra também oferece mais uma tecnologia na agricultura. Os sensores eletrônicos de temperatura são essenciais para monitorar produtos que sejam delicados ou necessitam de conversação em ambiente controlado. 

Prime Interway é distribuidora Zebra no Brasil

A Prime Interway é distribuidora dos dispositivos da Zebra no Brasil. Se você se interessou em algum dispositivo para seu negócio, basta pedir para sua revenda entrar em contato conosco. Caso você não tenha uma revenda, nós podemos te ajudar a encontrar a melhor para sua empresa.

Como descomplicar o inventário de estoque para o final de ano

A chegada do fim de ano é o momento em que as empresas contabilizam seus estoques para datas especiais e encerramento do ano fiscal. A junção dessas duas datas faz com que o inventário de estoque se torne uma urgência.

Aferir o estoque para o Natal ajuda a empresa entender como pode suprir a demanda dos seus clientes e evitar a ruptura de venda por falta de estoque.

A conferência anual é uma das diversas formas das empresas fazerem suas medições de estoque.

Se o inventário ajuda muito as empresas que fazem, ele pode ser uma dor de cabeça caso seja feito de forma manual. Muitas empresas ainda utilizam planilhas na hora da contagem do seu estoque, tendo alta probabilidade de ocorrer erros e retrabalhos.

Além dos retrabalhos, as empresas acabam gastando mais dinheiro com a aferição manual. Porque a forma manual demanda horas e até dias para se concretizar, fazendo com que a companhia tenha gastos com horas extras.

Muitas empresas recorrem às empresas terceirizadas, porque não possuem estrutura própria para fazer esse tipo de serviço. Assim, gerando mais gastos para fazer algo que pode ser feito de forma simples e rápida.

Por que fazer o inventário do estoque?

Fazer o inventário do estoque é a melhor forma da empresa conseguir visualizar como estão suas vendas e armazenamento. A contagem dos produtos permite que as empresas tracem planos de compras e estratégias de vendas voltadas para diferentes cenários.

Ele impacta diretamente na produtividade dos colaboradores e afasta a ruptura de vendas nas empresas. Listar e organizar o estoque torna o armazenamento mais coeso e fácil para visualização.

Durante o processo de contagem, a empresa consegue organizar os produtos por setores  e quantificar as presenças deles. Dessa forma, o processo de busca e reposição se torna mais ágil, e a visualização de reposição de estoque também. Assim, a empresa evita a ruptura de gôndolas ou nos e-commerce.

Benefícios de fazer periodicamente e anualmente

O inventário periódico é muito utilizado por empresas que não possuem um giro alto de movimentações no estoque. No modo periódico, os intervalos da aferição do estoque são regulares e determinados por janelas de tempo.

Dessa forma, a empresa consegue medir como são os desempenhos dos produtos e criar métodos de compras e vendas para cada tipo de produto. O inventário periódico facilita a preparação das empresas para datas especiais durante o ano. Já que a corporação consegue marcar a contagem antes desses momentos.

Como já nos aproximamos do final do ano, geralmente as empresas começam a fazer sua contabilidade de estoque para se preparar para o Natal. Após a data, é a vez do inventário anual entrar em pauta.

Fazendo essa medição, a empresa consegue ter visibilidade para investir em produtos e priorizar esses pontos para o próximo ano fiscal.

A importância do coletor de dados na operação

A forma manual de fazer inventários já se tornou ultrapassada nas operações. Manualmente a reincidência de erros e baixa produtividade faz com que a contagem do estoque seja completamente lenta e difícil.

Mas isso pode ser mudado com a tecnologia. Muitas empresas abandonaram as planilhas e o cálculo manual para utilizar o coletor de dados. O dispositivo fornece mais agilidade e acuracidade na contagem do estoque.

A Zebra visando essa dor da operação, possui alguns modelos de coletores de dados que podem agregar na operação. O MC33 promove a aferição de forma rápida, o modelo conta com sistema operacional Android, design robusto e com teclado fisico. 

O MC33 entrega robustez na hora de fazer o inventário

O MC33 entrega robustez na hora de fazer o inventário

Já o TC21 é um modelo touchscreen da Zebra. O TC21 é prático nas operações e fornece agilidade em seu uso. O modelo também conta com Android 11 e pode ser atualizado até o 14. O TC21 tem opcional de gatilho que facilita a aferição dos produtos na hora do inventário. 

O TC21 torna a contagem de estoque mais intuitiva e ágil

O TC21 torna a contagem de estoque mais intuitiva e ágil

Para pequenas e médias empresas que querem aferir seus inventários, a Zebra também possui uma linha de entrada para esses negócios. O MC22 entrega qualidade e produtividade na coleta de dados.

O MC22 combinado com o gatilho entrega mais praticidade

O MC22 combinado com o gatilho entrega mais praticidade

O modelo possui teclado alfanumérico, Android 11 com possibilidade de atualização até 14.  O MC22 também possui opcional de gatilho, que acoplado ao dispositivo fornece mais agilidade na utilização. 

Existem algumas formas de utilizar o coletor de dados dentro da operação do inventário de estoque. A empresa pode interligar o coletor de dados ao sistema de WMS para indicar as quantidades de produtos que estão no estoque. Ou também criar listas dentro do coletor e depois enviar para uma central de dados.

RFID como solução prática

O RFID também é uma tecnologia que chegou para agregar no inventário de estoque. Aplicando o RFID no setor de armazenamento, a contagem dos produtos se torna simples e fácil.

Por não precisar da visualização de códigos, o leitor de RFID permite que a contagem seja feita sem a necessidade de leitura próxima ao código. Desse jeito, o leitor capta simultaneamente todas as etiquetas que estão presentes no ambiente.

A Zebra possui uma linha especial de RFID, a marca conta coletores nativos de RFID, esse é o caso do MC3390xR com antena direcional de longo alcance e o MC3330xR com antena omnidirecional. O coletor conta com a tecnologia RFID de fábrica, e tem capacidade de ler mais de 900 etiquetas por segundo.

O MC3390xR e MC3330xR tem sistema Android, processador Qualcomm 1.8 Ghz, memória RAM de 4gb e capacidade de leitura de códigos 2D. As empresas também podem unir coletores aos leitores móveis de RFID, por exemplo, o TC21 integrado ao leitor RFD40 se torna um coletor de dados com RFID.

Além do leitor móvel, a utilização do leitor fixo de RFID permite um novo modo de aferir o estoque. A utilização dele, consegue captar todas as etiquetas presentes dentro do estoque e suas movimentações. Assim, eliminando a presença de um colaborador para fazer a contagem.

No inventário rotativo a utilização do leitor fixo de RFID é primordial porque ele consegue colher informações apenas com sua presença dentro do estoque. E assim fornecer diretamente ao sistema de verificação, sem a necessidade de um colaborador para fazer a leitura.

A Zebra possui os leitores fixos FX7500 e FX9600 que entregam toda praticidade da leitura remota e monitoramento do inventário. 

Locar ou comprar para fazer inventário?

A empresa que já possui coletores de dados em sua operação pode utilizar os dispositivos para fazer seu inventário. Mas, caso ela não possua, uma das saídas é a aquisição ou a locação do coletor de dados.

Nós da Prime Interway trabalhamos com os maiores fabricantes do mercado de AIDC. Temos toda linha de produtos e insumos de RFID e coletores de dados. Se você possui interesse em ter um inventário de estoque mais coeso, entre em contato conosco que podemos te indicar uma revenda autorizada pela Prime.

E você que é uma revenda e quer oferecer soluções de inventário aos seus clientes, basta preencher o formulário que iremos entrar em contato o quanto antes.

Perguntas Frequentes (FAQ)

Quais são os tipos de inventário de estoque?
Os principais tipos de inventários de estoque são: cíclico, anual, rotativo, dinâmico e geral. Cada um possui sua particularidade e podem se complementar dentro das empresas.

O cíclico funciona para atestar as conferências já feitas pela empresa. Enquanto o anual são inventários feitos anualmente, seja no começo ou no fim de ano. Já o rotativo é similar ao periódico, são feitos por intervalos de tempo determinados pela gestão de estoque. O dinâmico cobre apenas setores determinados dentro do armazém. E por último, o geral abrange toda a empresa.

Quando fazer o inventário de estoque da minha empresa?
Como existem alguns tipos de aferições, cada um pode agregar a um tipo de operação.  Geralmente, as empresas contam seus estoques pelo menos uma vez ao ano, mas o intervalo entre as aferições se torna muito longo.

Porém se recomenda uma conferência em intervalos menores para que a empresa consiga efetuar um gerenciamento mais produtivo da sua produção. 

Como medir a acuracidade da aferição?
Medir a acuracidade do inventário é muito importante para a entidade se certificar que o estoque está correto. Após emitir o relatório, a empresa pode verificar e comparar os resultados dados pela contabilidade e que estão nos sistemas.

Para medir a acurácia é preciso fazer o cálculo: Resultado dos itens medidos pelo inventário/quantidade de itens que consta no sistema x 100. Após aferir o resultado, a companhia consegue medir a acuracidade. A média ideal de precisão fica na casa de 95%.

Quais são os erros mais comuns na hora do inventário?
Como já apresentamos o maior erro na hora do inventário é não utilizar a tecnologia. Mas além disso, existem alguns erros que podem ser feitos durante o processo. Um dos principais erros é não detalhar a contagem. A contagem precisa ser feita categorizada e com detalhes sobre tamanhos, cores, validade, entre outros pontos.

Depois de fazer a contagem do estoque, a gestão do estoque é muito importante, por isso toda entrada e saída precisa ser registrada no sistema. Se isso não acontecer, haverá incompatibilidade entre os itens que estão no estoque e no sistema.

Como a tecnologia 5G poderá transformar o mercado de automação

Após a confirmação da chegada da quinta geração da internet móvel no Brasil, o mercado começa a pensar como o 5G e a internet das coisas irão progredir no futuro aqui no país. O 5G se tornou objeto de desejo do mundo, e após diversas tratativas, a tecnologia deve desembarcar no Brasil a partir do meio do ano de 2022. 

A chegada da tecnologia no país deve ser diferente da disponibilidade da utilização. Para estudiosos da área, a implementação da tecnologia não é tão simples assim. Eles avaliam que toda a infraestrutura e execução será notada depois de dois anos aqui no Brasil.

O motivo disso é que a nova rede necessita de mais antenas para ter a qualidade de sinal. As antenas de 5G têm menor alcance que a do 4G, então a infraestrutura de antenas será maior para manter a estabilidade e qualidade de sinal. 

A princípio, a operação da tecnologia deve ser restrita por áreas mais desenvolvidas dentro das cidades. A Anatel possui um cronograma das instalações de antenas de 5G nas cidades. 

Primeiramente, o plano é criar os pontos de antenas em capitais com mais de 100 mil habitantes, e gradualmente ir instalando em cidades menores. A estimativa da Anatel é que a implementação seja concluída apenas em 2029.

5G X 4G

As diferenças entre o 5G e o 4G passam pela latência e velocidade das trocas de dados. A chegada da quinta geração da internet móvel deve promover evoluções em diversos campos online.

Um dos pontos que devem mais chamar a atenção dos usuários é a diferença de velocidade entre as duas gerações. Estudos apontam que o 5G chega a ser 20 vezes mais rápido que o 4G.

Essa velocidade na troca de informações permite downloads mais rápidos e troca de dados com média 5 Gbps, Enquanto a quarta geração dos dados móveis faz as transferências de dados no máximo 300 Mbps.

Isso significa que o 5G trabalha com gigabits, em contrapartida o 4G trabalha em uma linha inferior de transferência de dados que é a megabits. 

Em questão de latência, a nova rede móvel também é superior, o tempo de resposta dela é de 1 a 5 milissegundos. Enquanto a anterior possui tempo médio de 50 a 70 milissegundos.

Isso vai refletir no delay nas trocas de dados e transmissões. O motivo disso é que a latência da rede é bem menor que a antiga. Então ligações, streamings, troca de mensagens e até jogar online será mais ágil para os consumidores.

O impacto do 5G nos mercados

A chegada do 5G deve impactar todos os mercados que utilizam tecnologia. Especialistas acreditam que a consolidação da tecnologia em nosso cotidiano irá mudar o patamar das automações. O motivo disso, é a menor latência e a velocidade que o 5G possui.

Operações autônomas, teleatendimento e internet das coisas devem se perpetuar junto com o crescimento da nova internet móvel. Veja a seguir como o 5G pode impactar cada setor no mercado.

Logística

O 5G deve transformar a logística em amplo campo de atuação, principalmente na comunicação e nas informações de rotas. 

A utilização do 4G não permite uma troca de informações de forma coesa e rápida quando as mercadorias estão em transporte. Isso torna diversas partes da logísticas pontos cegos para os administradores. 

Com a chegada da nova internet móvel, a visualização e monitoramento das cargas serão bem melhores, pois a velocidade na transmissão de informações será em tempo real.

Isso irá transformar as formas de comunicação, monitoramento e visualização de rotas para os motoristas. Enquanto isso, as empresas vão conseguir observar toda a cadeia logística, tornando as operações mais seguras para todos.

Esse aperfeiçoamento do sinal da rede permite que áreas, como aeroportos e portos, consigam interligar setores através da rede móvel. A presença do 5G nessas operações deve se refletir no monitoramento do trânsito de bagagens, tornando o processo de despacho de malas autônomo.

A nova tecnologia também deve simplificar o processo de identificação nessa área. A conexão estável vai permitir o uso do coletor de dados na identificação dos passageiros e contêineres.

Serviços de campo

Semelhante ao trabalho na logística, o 5G deve impactar diretamente o trabalho em campo. A velocidade e a baixa latência devem permitir uma conexão melhor para os trabalhadores que atuam na rua.

A comunicação com os centros de contingências, chamados próximos e urgentes, se tornam mais rápidos. Isso deve permitir uma distribuição melhor de trabalho e feedback de operações.

Mobilidade hospitalar

O ramo da saúde pode expandir seu horizonte com a chegada da quinta geração de dados móveis. A mobilidade hospitalar deve expandir sua atuação externa dos hospitais

Um exemplo disso é a comunicação mais rica entre ambulância e hospital. Será possível enviar dados dos primeiros diagnósticos do paciente diretamente da ambulância para o hospital. Assim, ajudando a equipe que está no hospital estar preparada para aquele paciente.

A chegada da nova tecnologia irá potencializar o monitoramento remoto dos pacientes. Assim, os médicos conseguirão ter a visualização dos seus pacientes em tempo real e monitorá-los de forma assertiva.

E por fim, a utilização do 5G deve agilizar os resultados e envios de exames. Atualmente, os hospitais demoram horas para o envio de documentos, por conta da sua rede, mas com a nova rede o tráfego pode ser distribuído de forma mais coesa e assim facilitar os envios.

Indústria e Manufatura

Na indústria e manufatura, a evolução da rede móvel promete levar a automação e o monitoramento para outro estágio de evolução.

Esse monitoramento de produtividade pode ser atrelado às manutenções das empresas. Ao mínimo sinal de ineficiência dos dispositivos, o técnico pode identificar e fazer a assistência do equipamento.

Além disso, a conexão aprimorada também pode diminuir a utilização de cabos nos braços robóticos e equipamentos autônomos.

Estoques e armazéns

No estoque, a nova era da internet móvel deve impactar em centros de distribuição maiores ou que desejam automatizar suas movimentações.

A utilização das redes móveis é comum em campos abertos, por isso o 5G não deve transformar as operações indoor. Em contrapartida, o Wi-Fi 6 começa despontar como alternativa para esse tipo de atividade.

Nessas operações em campo fechado, o 5G pode se aliado à conexão Wi-Fi. Em CD de grandes proporções, a empresa pode criar uma rede particular de 5G para sanar qualquer ponto cego de conexão.

Além disso, essa conexão deve simplificar a utilização dos veículos autônomos dentro dos estoques. Já que a troca de informações é instantânea, a mensagem para os veículos pode acontecer rapidamente, caso houver um empecilho em sua rota. 

5G nos dispositivos AIDC

Ainda não existe estimativa de dispositivos de AIDC e IoT que tenham capacidade de interagir com o 5G. No Brasil, além da implantação da tecnologia estar em um futuro distante, os dispositivos também devem demorar para desembarcar no país.

Inovações com a Prime Interway

A Prime Interway está sempre em busca de inovações no mercado de AIDC, e com a chegada do 5G não será diferente. Enquanto o 5G não chega ao Brasil, aproveite para ver nossa loja virtual com os dispositivos mais atualizados do mercado.

3 tecnologias para reduzir filas em sua loja

As soluções de papa-filas chegaram para diminuir a espera dentro das lojas. Com essa estratégia é possível otimizar o checkout das compras de forma ágil e prática. Além do papa-filas, existem outras soluções tecnológicas para reduzir filas em seu estabelecimento.

Com o avanço da vacinação, o comércio presencial está na expectativa de um final de ano movimentado. Porém, uma das marcas registradas desta época são as filas, sendo um dos maiores empecilhos de finalização de venda no comércio, assim diz o estudo do Retail Reimagined.

As soluções de tecnologias vestíveis e móveis são ideais para o gerenciamento de qualquer loja e também podem ser usadas como solução de papa filas e auto compra. Além desses, os terminais de autoatendimento são também uma opção para dar autonomia ao cliente e a tecnologia de RFID para agilizar o checkout.

Continue lendo e entenda como essas tecnologias podem ajudar a reduzir filas da sua loja.

Papa-filas

O papa-filas é uma solução para checkout que visa trazer agilidade no atendimento e melhorar a experiência do cliente, englobando basicamente um coletor de dados e uma impressora térmica portátil.

A operação tecnológica papa-filas traz fluidez ao atendimento da sua loja

A operação tecnológica papa-filas traz fluidez ao atendimento da sua loja

Segundo mostra pesquisa feita pela Zebra sobre os perfis de consumidores em 2020, 73% dos funcionários de lojas acreditam que computadores móveis com scanner melhoram a experiência do cliente, enquanto 58% dos clientes concordam com essa afirmação.

A solução de papa-filas funciona da seguinte forma: o funcionário da loja se aproxima do cliente na fila, escaneia os produtos com coletor de dados e emite através da impressora de recibos o QR Code de pagamento para que o cliente apresente no caixa. Esses passos podem ser aplicados em diversos segmentos como varejo, restaurantes e mercados.

Totem de autoatendimento

O totem de autoatendimento é a solução para diminuir as filas dos caixas convencionais, trazendo autonomia ao seu cliente na conclusão da compra.

O terminal de autoatendimento necessita de um software e conexão com a internet para operar. Os softwares podem oferecer somente opção de leitura e pagamento dos produtos, ou realizar pedidos, retirada de senhas, entre outros. 

A aplicação do autoatendimento se torna a alternativa para distribuir o tráfego dos caixas. Com os terminais em sua loja, o seu cliente tem a autonomia de fazer o checkout e o pagamento das compras.

A pesquisa, feita pela Zebra sobre perfis de consumidores, aponta que 52% dos consumidores globais preferem o autoatendimento na hora do pagamento.

RFID

Outra tecnologia que pode facilitar esse processo de checkout é o RFID. O sistema de radiofrequência ajuda na coleta rápida e precisa de dados, eliminando a necessidade de ler etiquetas uma a uma. 

Veja como funciona. Nos produtos são colocadas TAGs que possuem um sistema energizado e seus dados são transmitidos para o leitor de RFID. O leitor de RFID pode ser fixo, instalado nos caixas da loja ou móveis, que podem tanto ser colocados no balcão ou usados de forma manual pelo funcionário. 

RFID tem a capacidade de ler instantaneamente os dados da TAG

RFID tem a capacidade de ler instantaneamente os dados da TAG

O leitor portátil de RFID pode facilitar no atendimento diretamente da fila. Basta apontar o leitor para a cesta do cliente para receber os dados de produtos que serão comprados.

Na mesma pesquisa feita pela Zebra, ela mostra que 59% dos consumidores possuem uma melhor experiência e os funcionários utilizam tecnologias recentes.

Além de diminuir as filas em seu estabelecimento, os dispositivos móveis auxiliam o atendimento na loja, podendo ser usados por funcionários para consulta de estoque e preços de produtos.

Prime Interway proporciona a tecnologias para reduzir filas em sua loja

A Prime Interway possui um grande portfólio de coletores de dados, impressoras térmicas, tablets e leitores de códigos de barras, além de opções com tecnologia de RFID. Todos os dispositivos agregam inovação, praticidade e agilidade ao seu estabelecimento.

Além dos dispositivos móveis, a Prime possui terminais de autosserviços do TAS. A solução pode agregar no atendimento do estabelecimento com o self-checkout e mídia indoor.

O TAS oferece dois modelos, o totem com tela de 21 polegadas multi touch, sistema android, leitor 1D/2D e impressora acoplada. E o mini TAS com duas telas FULL HD multi touch, impressora térmica acoplada e conexão para periféricos (gavetas e scanners).

Veja todos os produtos que podem transformar o atendimento do seu estabelecimento e contate o nosso time de atendimento.

5 passos para preparar o estoque para a Black Week

Como preparar o estoque para a Black Week é uma dúvida recorrente para varejistas e e-commerces. Saber preparar seu estoque para Black Friday evita que a sua empresa sofra com as reclamações rotineiras dessa época do ano.  

No estoque é onde tudo acontece, sua preparação e organização são fundamentais para a empresa escalar vendas e conseguir gerir com eficiência os pedidos. A falta de organização pode resultar em ruptura de vendas, atrasos nas entregas, duplicidade de pedidos e muitos mais. 

Para evitar toda essa cadeia de erros em sua empresa, trazemos 5 dicas essenciais de como preparar o seu estoque para a Black Friday desse ano. 

A perspectiva para Black Week 2021

A perspectiva que ronda a Black Week deste ano é otimista. Após bater o recorde de pedidos no último ano, a data mais famosa de compras no país parece se estabelecer no gosto popular.

Na última Black Friday, no período da quinta-feira (26) às 23h59 até sexta-feira (27) às 00h00, movimentou cerca de 7,6 milhões de pedidos, apenas o período da madruga movimentou mais de um milhão de pedidos.

Para 2021, o cenário segue animador e o crescimento de vendas em e-commerce e marketplaces são prova disso. Em levantamento feito pela Nuvemshop, baseado em seu banco de dados, apontou que no primeiro semestre de 2021, as PMES (Pequenas e Médias Empresas) aumentaram em cerca de 140% seu faturamento.

A quantidade de produtos vendidos saltou de 9,3 milhões no primeiro semestre do ano passado para 20 milhões neste ano. Neste cenário, é como se 10% da população brasileira tivesse comprado um produto em lojas virtuais neste primeiro semestre.

Além do comércio online, o possível retorno das atividades presenciais deve aquecer o comércio físico para a Black Week deste ano.

Veja 5 passos para preparar o estoque para a Black Week

1 – Se preparar para a demanda

Antes de gerenciar seu estoque é necessário se precaver com seus fornecedores. Seja para matéria prima ou distribuidor de produtos, sua empresa deve fazer um pedido prévio de produtos que possuam alta demanda.

Além de ter produtos que supram a demanda, sua empresa precisa se atentar à contratação de colaboradores temporários. Eles devem suprir a demanda de movimentações dentro do estoque. No último ano, o comércio de fim de ano, com início na Black Week, movimentou cerca de 7.890 vagas por todo Brasil.

2 – Utilizar Big Data

O Big Data ajuda a analisar todos os dados do varejo. Na preparação para a Black Week, os dados são essenciais para ter uma ação produtiva. A solução se baseia no histórico que a empresa possui e traça uma margem de crescimento anual que todo o produto demanda.

Os dados regem seus insights e atividades dentro da gestão do estoque. Com a utilização da solução você consegue encontrar informações sobre produtos mais comprados e tempo de processos dentro da empresa.

A moda e acessórios foi o segmento que mais movimentou pedidos na última Black Week

A moda e acessórios foi o segmento que mais movimentou pedidos na última Black Week

O Big Data consegue calcular a quantidade correta de produtos para que não haja ruptura de vendas. Também é possível analisar mercadorias que estão paradas no estoque. São elas que podem ganhar um maior desconto na Black Friday.

3 – Estruturar o seu estoque  

Após se preparar com fornecedores, estruturar os processos do centro de distribuição é vital para o decorrer de toda operação da empresa. Uma boa estratégia no estoque reflete como efeito dominó ao longo de todas as etapas

Atualmente existem práticas e sistemas que facilitam o gerente de estoque a ter o controle da sua área. O WMS, OMS, TMS e LMS são sistemas utilizados para contribuir com cada etapa que a logística necessita. Além dos sistemas, a ferramenta MDM é essencial para supervisionar as atividades dentro do estoque. 

O WMS, Sistema de Gerenciamento de Armazém, consiste em analisar o estoque visando controlar o inventário e a reposição de produtos.

O OMS, Sistema de Gerenciamento de Pedidos, busca gerenciar os pedidos da loja dentro do estoque.

O TMS, Sistema de Gerenciamento de Transporte, é responsável em gerenciar as entregas e otimizar as rotas do transporte.

Por fim, o LMS, Sistema de Gestão de Aprendizagem. É um mecanismo que serve para unificar todos os outros sistemas citados. Com a utilização desses sistemas proporciona um salto de qualidade em todos os processos operacionais.

Outro sistema que ganha espaço no centro de distribuições é o Cross Docking, ele otimiza o tempo de armazenamento de produtos em seu estoque.  O sistema garante a possibilidade de o produto ficar por menos de 24 horas em seu armazém resultando em entregas mais ágeis.

Além dos sistemas, criar modos para organizar seu CD pode influenciar em uma operação eficiente. Através de códigos de barras ou TAGs de RFID você consegue identificar cada setor de prateleiras, nichos, pallets ou cargas.

A prática de identificação desses setores facilita na hora da triagem, picking, inventário e separação de pedidos. Assim resultando em maior controle no posicionamento e rastreabilidade de produtos.

4 – Automatizar seu estoque

Nada destes cenários apresentados seria possível sem a tecnologia. Sabemos que existe uma grande mudança nos processos logísticos após a entrada da tecnologia no ramo. 

Além das criações de sistemas, a tecnologia é colocada na mão de obra dos processos de estoque. Coletores de dados, impressoras térmicas, leitores de códigos de barras e tecnologia RFID são essenciais para qualquer estoque hoje em dia.

Eles trazem maior produtividade, acuracidade e aptidão nas tarefas, desde o recebimento de cargas até o despacho de pedidos. Além disso, a utilização das soluções produz dados para alimentar os sistemas que já citamos.

A novidade na área de AIDC é transformar impressoras e coletores em vestíveis. A solução conhecida como wearable, ou em português, dispositivos vestíveis,  entrega praticidade ao manuseio de produtos dentro do estoque. A novidade é possível graças aos acessórios como: capa de braço (para coletores), anéis com scanners e cintos.

Outra inovação no mercado de dispositivos móveis é a migração para o Android. O sistema operacional se mostra mais eficiente e intuitivo em comparação ao Windows. Atualmente, o Android ganhou foco dos desenvolvedores na produção de aplicativos, após a descontinuação do Windows para dispositivos móveis. 

5 – Locação de curto prazo

A locação de curto prazo pode ser uma alternativa mais viável para atender a demanda de infraestrutura da Black Week sem gastar muito. 

As empresas normalmente se baseiam em uma média de consumo durante o ano, porém, a Black Week é um pico pontual de vendas que as empresas não mantêm uma estrutura dedicada.

A locação de curto prazo permite que sua empresa tenha os dispositivos novos e atuais com um preço justo. Muitos dos contratos possuem assistência e suporte para que sua operação não pare. O Daas, Device-as-a-service, deve movimentar cerca de 306 bilhões de dólares até 2026, dados do MarketsandMarkets.

A oferta de serviços de curto período, permite que a operação possa atender essa demanda pontual sem comprometer com investimentos ao longo prazo.

Integre dispositivos móveis para preparar o estoque para a Black Week

A preparação do seu estoque passa pela tecnologia. Os dispositivos móveis trazem mais otimização, acuracidade e praticidade aos processos. Eles têm papel fundamental para sua empresa entregar um serviço de qualidade ao cliente final.

A Prime Interway é distribuidora de dispositivos AIDC, como coletores de dados, leitores de códigos barras e RFID, impressoras de códigos, tablets robustos, etiquetas de RFID e muito mais. Contamos com os maiores fabricantes do mercado em nosso portfólio. 

Agora que você sabe como preparar o estoque para a Black Week. Entre em contato com seu revendedor para conhecer mais sobre as marcas e produtos. Caso você não possua uma revenda, podemos te ajudar a encontrá-la. E se sua empresa se interessa em se tornar nossa revendedora, preencha  nosso formulário para que a gente entre em contato.